Agência ligada à Guarda Revolucionária critica chanceler iraniano por anunciar reabertura do Estreito de Ormuz
Irã anuncia reabertura do Estreito de Ormuz durante cessar-fogo A agência estatal iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, chamou nesta sexta-feira (17) o anúncio de reabertura Estreito de Ormuz de incompleto e afirmou que a passagem voltará a ser fechada caso o bloqueio dos EUA na região continue. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra Nesta manhã, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou que seu país reabriria totalmente o Estreito de Ormuz enquanto durasse o cessar-fogo com os EUA, que expira na quarta-feira (22). A Tasnim afirmou que o comunicado de Abbas é "de extremo mau gosto no que diz respeito à disseminação de informações", já que foi "publicado sem as explicações necessárias e suficientes" e "criou ambiguidades sobre as condições de passagem". "Diversas condições foram consideradas para esta questão, sendo uma das mais importantes a supervisão completa das Forças Armadas iranianas sobre a passagem e a navegação dos navios. Essa passagem será considerada cancelada caso o alegado bloqueio naval continue", afirmou a agência ligada à Guarda Revolucionária.

Irã anuncia reabertura do Estreito de Ormuz durante cessar-fogo A agência estatal iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, chamou nesta sexta-feira (17) o anúncio de reabertura Estreito de Ormuz de incompleto e afirmou que a passagem voltará a ser fechada caso o bloqueio dos EUA na região continue. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra Nesta manhã, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou que seu país reabriria totalmente o Estreito de Ormuz enquanto durasse o cessar-fogo com os EUA, que expira na quarta-feira (22). A Tasnim afirmou que o comunicado de Abbas é "de extremo mau gosto no que diz respeito à disseminação de informações", já que foi "publicado sem as explicações necessárias e suficientes" e "criou ambiguidades sobre as condições de passagem". "Diversas condições foram consideradas para esta questão, sendo uma das mais importantes a supervisão completa das Forças Armadas iranianas sobre a passagem e a navegação dos navios. Essa passagem será considerada cancelada caso o alegado bloqueio naval continue", afirmou a agência ligada à Guarda Revolucionária.
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