Após destruir pontes no sul do Líbano, Israel fala em estabelecer 'zona de segurança'

Israel ataca ponte estratégica no sul do Líbano; veja VÍDEO O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, falou nesta terça-feira (24) em estabelecer uma "zona de segurança" no sul do Líbano após destruir cinco pontes sobre o rio Litani. Segundo Katz, os militares controlarão as pontes remanescentes na região. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp “Todas as cinco pontes sobre o rio Litani que o Hezbollah usava para transportar terroristas e armas foram destruídas, e as Forças de Defesa de Israel controlarão as rotas restantes na zona de segurança até o Litani. (...) Centenas de milhares de moradores do sul do Líbano que evacuaram para o norte não retornarão ao sul do Rio Litani até que a segurança dos moradores do norte seja garantida”, afirmou Katz em reunião de gabinete do Exército. Israel realiza uma operação terrestre que chama de "limitada" no sul do Líbano desde o início do mês contra o grupo terrorista Hezbollah. No final de semana, tropas israelenses começaram a demolir pontes sobre o rio Litani, que conectam uma faixa de 30 km no sul do Líbano ao restante do país. Tanque e blindados israelenses posicionados do lado israelense da fronteira entre Israel e o Líbano em meio a escalada bélica contra o grupo rebelde Hezbollah em 10 de março de 2026. REUTERS/Amir Cohen A fala de Katz em "zona de segurança" representa uma escalada ainda maior na operação terrestre e aumenta os temores de que uma invasão em larga escala pode estar por vir. No final de semana, o governo libanês acusou Israel de querer criar uma "zona-tampão" no sul do país. O Hezbollah afirmou à agência de notícias Reuters nesta terça-feira que o grupo vai lutar para impedir que Israel crie uma "zona-tampão" na região e disse que a ocupação israelense no sul do Líbano é uma "ameaça existencial" ao Estado libanês. O ministro israelense voltou a acusar nesta terça o governo do Líbano de não cumprir o compromisso que havia firmado para desarmar o Hezbollah, que isso justificaria a "zona de segurança" no território libanês para garantir a segurança dos cidadãos israelenses no norte do país. Esta reportagem está em atualização. Militares israelenses anunciaram uma nova leva de ataques no Líbano

Mar 24, 2026 - 10:00
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Após destruir pontes no sul do Líbano, Israel fala em estabelecer 'zona de segurança'

Israel ataca ponte estratégica no sul do Líbano; veja VÍDEO O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, falou nesta terça-feira (24) em estabelecer uma "zona de segurança" no sul do Líbano após destruir cinco pontes sobre o rio Litani. Segundo Katz, os militares controlarão as pontes remanescentes na região. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp “Todas as cinco pontes sobre o rio Litani que o Hezbollah usava para transportar terroristas e armas foram destruídas, e as Forças de Defesa de Israel controlarão as rotas restantes na zona de segurança até o Litani. (...) Centenas de milhares de moradores do sul do Líbano que evacuaram para o norte não retornarão ao sul do Rio Litani até que a segurança dos moradores do norte seja garantida”, afirmou Katz em reunião de gabinete do Exército. Israel realiza uma operação terrestre que chama de "limitada" no sul do Líbano desde o início do mês contra o grupo terrorista Hezbollah. No final de semana, tropas israelenses começaram a demolir pontes sobre o rio Litani, que conectam uma faixa de 30 km no sul do Líbano ao restante do país. Tanque e blindados israelenses posicionados do lado israelense da fronteira entre Israel e o Líbano em meio a escalada bélica contra o grupo rebelde Hezbollah em 10 de março de 2026. REUTERS/Amir Cohen A fala de Katz em "zona de segurança" representa uma escalada ainda maior na operação terrestre e aumenta os temores de que uma invasão em larga escala pode estar por vir. No final de semana, o governo libanês acusou Israel de querer criar uma "zona-tampão" no sul do país. O Hezbollah afirmou à agência de notícias Reuters nesta terça-feira que o grupo vai lutar para impedir que Israel crie uma "zona-tampão" na região e disse que a ocupação israelense no sul do Líbano é uma "ameaça existencial" ao Estado libanês. O ministro israelense voltou a acusar nesta terça o governo do Líbano de não cumprir o compromisso que havia firmado para desarmar o Hezbollah, que isso justificaria a "zona de segurança" no território libanês para garantir a segurança dos cidadãos israelenses no norte do país. Esta reportagem está em atualização. Militares israelenses anunciaram uma nova leva de ataques no Líbano

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