Após pedido de papa a Putin, moradores de cidade sem comida na Ucrânia começam retirada
Moradores de Oleshky, na Ucrânia, começam a deixar a cidade A população de Oleshky, no sul da Ucrânia e ocupada pela Rússia desde 2022, começou a ser evacuada nesta sexta-feira (30), assim como a distribuição de ajuda humanitária na cidade, afirmou uma autoridade de alto escalão do governo ucraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Ocupada pela Rússia desde fevereiro de 2022, Oleshky enfrenta uma grave crise humanitária. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a cidade está sem estoque de alimentos nem combustível. A cidade no sul do país, às margens do Rio Dnipro, na região de Kherson, em frente à cidade de mesmo nome —essa está sob controle das forças ucranianas. O número de moradores que planejam deixar Oleshky em direção a territórios sob controle ucraniano ainda estava incerto até a última atualização desta reportagem, afirmou feira o primeiro-ministro ucraniano, Serhii Koretskyi. Anteriormente, ele havia falado em 527 pessoas, porém voltou atrás. "Não há números exatos neste momento. A operação de resgate está em andamento, e os dados estão mudando", escreveu Koretskyi no Telegram. Ao mesmo tempo, o governo russo de Vladimir Putin afirmou que parte da população de Oleshky que sinalizou intenção de evacuar a cidade quer ir para a Rússia, e não para outra parte da Ucrânia. O governo Zelensky não havia se manifestado sobre essa afirmação até a última atualização desta reportagem. Imagem estática extraída de um vídeo de drone sem data, divulgado em 12 de setembro de 2026, mostra prédios destruídos em Oleshky , região de Kherson, Ucrânia controlada pela Rússia. 34ª Brigada de Fuzileiros Navais "Borysfen"/Divulgação via Reuters Moradores de Oleshky estavam embarcando gradualmente em comboios humanitários para serem evacuados tanto para a Rússia quanto para a Ucrânia, a comissária russa para os direitos humanos, Yana Lantratova, que representa o Kremlin na cidade durante a trégua humanitária. "As pessoas que desejam viajar para a Federação Russa estão se reunindo aqui. Também há pessoas que desejam viajar para a Ucrânia. Todos terão a oportunidade de fazê-lo", afirmou. O cessar-fogo em Oleshky, que é localizado e não se aplica às demais regiões da Ucrânia, foi mediado pelo papa Leão XIV e pela primeira-dama dos EUA, Melania Trump. A trégua humanitária começou na terça-feira. O governo Trump afirmou que a trégua também se aplica a Kherson, cidade grande vizinha a Oleshky. Duas pessoas morreram na cidade desde o início do cessar-fogo por terem pisado em minas posicionadas anteriormente pelas tropas russas na região. Ambos os países afirmam que o cessar-fogo, previsto para durar terminar na segunda-feira (2), está sendo respeitado. Agora no g1

Moradores de Oleshky, na Ucrânia, começam a deixar a cidade A população de Oleshky, no sul da Ucrânia e ocupada pela Rússia desde 2022, começou a ser evacuada nesta sexta-feira (30), assim como a distribuição de ajuda humanitária na cidade, afirmou uma autoridade de alto escalão do governo ucraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Ocupada pela Rússia desde fevereiro de 2022, Oleshky enfrenta uma grave crise humanitária. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a cidade está sem estoque de alimentos nem combustível. A cidade no sul do país, às margens do Rio Dnipro, na região de Kherson, em frente à cidade de mesmo nome —essa está sob controle das forças ucranianas. O número de moradores que planejam deixar Oleshky em direção a territórios sob controle ucraniano ainda estava incerto até a última atualização desta reportagem, afirmou feira o primeiro-ministro ucraniano, Serhii Koretskyi. Anteriormente, ele havia falado em 527 pessoas, porém voltou atrás. "Não há números exatos neste momento. A operação de resgate está em andamento, e os dados estão mudando", escreveu Koretskyi no Telegram. Ao mesmo tempo, o governo russo de Vladimir Putin afirmou que parte da população de Oleshky que sinalizou intenção de evacuar a cidade quer ir para a Rússia, e não para outra parte da Ucrânia. O governo Zelensky não havia se manifestado sobre essa afirmação até a última atualização desta reportagem. Imagem estática extraída de um vídeo de drone sem data, divulgado em 12 de setembro de 2026, mostra prédios destruídos em Oleshky , região de Kherson, Ucrânia controlada pela Rússia. 34ª Brigada de Fuzileiros Navais "Borysfen"/Divulgação via Reuters Moradores de Oleshky estavam embarcando gradualmente em comboios humanitários para serem evacuados tanto para a Rússia quanto para a Ucrânia, a comissária russa para os direitos humanos, Yana Lantratova, que representa o Kremlin na cidade durante a trégua humanitária. "As pessoas que desejam viajar para a Federação Russa estão se reunindo aqui. Também há pessoas que desejam viajar para a Ucrânia. Todos terão a oportunidade de fazê-lo", afirmou. O cessar-fogo em Oleshky, que é localizado e não se aplica às demais regiões da Ucrânia, foi mediado pelo papa Leão XIV e pela primeira-dama dos EUA, Melania Trump. A trégua humanitária começou na terça-feira. O governo Trump afirmou que a trégua também se aplica a Kherson, cidade grande vizinha a Oleshky. Duas pessoas morreram na cidade desde o início do cessar-fogo por terem pisado em minas posicionadas anteriormente pelas tropas russas na região. Ambos os países afirmam que o cessar-fogo, previsto para durar terminar na segunda-feira (2), está sendo respeitado. Agora no g1
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