Barato e mortal: Shahed-136, o drone iraniano que vem revolucionado a guerra
Irã faz ataque com drone a petroleiro em Dubai Poucas horas após os primeiros mísseis americanos e israelenses atingirem Teerã, em 28 de fevereiro, a Guarda Revolucionária do Irã lançou suas primeiras baterias retaliatórias, empregando um dispositivo desenvolvido há anos pelo país e que, em poucos dias, conseguiu penetrar sistemas de defesa aérea de Israel e de estados do Golfo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Baratos e de fácil produção, os drones iranianos Shahed‑136 se consolidaram como um dos principais trunfos do país no conflito, atingindo rapidamente alvos como data centers, infraestrutura energética, aeroportos e até bases navais. Em duas semanas de trocas de ataques, mais de mil aeronaves desse tipo já haviam sido lançadas pelo Irã. A estratégia aposta no volume, não na precisão: grandes enxames são disparados simultaneamente para saturar as defesas aéreas. Com apenas 3,5 metros de comprimento, eles podem ser lançados a partir de estruturas simples, montadas em poucas horas. A estratégia é a mesma empregada pela Rússia em sua invasão à Ucrânia, que usa os mesmos drones Shahed-136 contra instalações civis do país vizinho.

Irã faz ataque com drone a petroleiro em Dubai Poucas horas após os primeiros mísseis americanos e israelenses atingirem Teerã, em 28 de fevereiro, a Guarda Revolucionária do Irã lançou suas primeiras baterias retaliatórias, empregando um dispositivo desenvolvido há anos pelo país e que, em poucos dias, conseguiu penetrar sistemas de defesa aérea de Israel e de estados do Golfo. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Baratos e de fácil produção, os drones iranianos Shahed‑136 se consolidaram como um dos principais trunfos do país no conflito, atingindo rapidamente alvos como data centers, infraestrutura energética, aeroportos e até bases navais. Em duas semanas de trocas de ataques, mais de mil aeronaves desse tipo já haviam sido lançadas pelo Irã. A estratégia aposta no volume, não na precisão: grandes enxames são disparados simultaneamente para saturar as defesas aéreas. Com apenas 3,5 metros de comprimento, eles podem ser lançados a partir de estruturas simples, montadas em poucas horas. A estratégia é a mesma empregada pela Rússia em sua invasão à Ucrânia, que usa os mesmos drones Shahed-136 contra instalações civis do país vizinho.
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