Búfalo que ficou famoso por se parecer com Trump escapa de sacrifício e será enviado para zoológico
Búfalo 'Donald Trump' e o próprio ALAHUDDIN AHMED / AFP e Reuters Um búfalo albino raro em Bangladesh, que ganhou o apelido de “Donald Trump” por causa do topete, escapou de ser sacrificado durante o festival Eid al-Adha após uma intervenção de última hora do governo. As informações foram divulgadas pelo Ministério do Interior nesta quarta-feira (27). O animal, que pesa quase 700 kg, já havia sido vendido para o abate quando as autoridades decidiram impedir o sacrifício. Segundo o governo, a medida foi tomada por questões de segurança após o aumento do interesse público antes do festival, que será celebrado na quinta-feira (28). O ministro do Interior, Salahuddin Ahmed, ordenou que o búfalo fosse poupado, que o comprador recebesse reembolso e que o animal fosse transferido para o zoológico nacional de Daca. “No último momento, foi tomada a decisão de poupar o búfalo do sacrifício por causa de preocupações de segurança e do nível incomum de interesse público”, disse um funcionário do ministério. O caso ganhou repercussão internacional após vídeos do animal viralizarem nas redes sociais. Multidões passaram a visitar a fazenda para ver de perto o búfalo, conhecido pelo topete loiro e pelo comportamento calmo. O dono da fazenda, Ziauddin Mridha, afirmou que o apelido surgiu depois que o irmão mais novo dele percebeu a semelhança com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Mridha, o animal é dócil e exige cuidados constantes, como alimentação frequente e banhos regulares. Búfalos albinos são raros em Bangladesh, onde a maioria do gado tem pelagem escura. O animal chamou atenção durante o período de vendas para o Eid, mas foi o apelido ligado a Trump que provavelmente salvou a vida dele.

Búfalo 'Donald Trump' e o próprio ALAHUDDIN AHMED / AFP e Reuters Um búfalo albino raro em Bangladesh, que ganhou o apelido de “Donald Trump” por causa do topete, escapou de ser sacrificado durante o festival Eid al-Adha após uma intervenção de última hora do governo. As informações foram divulgadas pelo Ministério do Interior nesta quarta-feira (27). O animal, que pesa quase 700 kg, já havia sido vendido para o abate quando as autoridades decidiram impedir o sacrifício. Segundo o governo, a medida foi tomada por questões de segurança após o aumento do interesse público antes do festival, que será celebrado na quinta-feira (28). O ministro do Interior, Salahuddin Ahmed, ordenou que o búfalo fosse poupado, que o comprador recebesse reembolso e que o animal fosse transferido para o zoológico nacional de Daca. “No último momento, foi tomada a decisão de poupar o búfalo do sacrifício por causa de preocupações de segurança e do nível incomum de interesse público”, disse um funcionário do ministério. O caso ganhou repercussão internacional após vídeos do animal viralizarem nas redes sociais. Multidões passaram a visitar a fazenda para ver de perto o búfalo, conhecido pelo topete loiro e pelo comportamento calmo. O dono da fazenda, Ziauddin Mridha, afirmou que o apelido surgiu depois que o irmão mais novo dele percebeu a semelhança com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Segundo Mridha, o animal é dócil e exige cuidados constantes, como alimentação frequente e banhos regulares. Búfalos albinos são raros em Bangladesh, onde a maioria do gado tem pelagem escura. O animal chamou atenção durante o período de vendas para o Eid, mas foi o apelido ligado a Trump que provavelmente salvou a vida dele.
What's Your Reaction?