Cheque de U$ 5 mil, ataques às urnas e EUA 'queimando': veja as polêmicas de Trump na campanha para as midterms
Como eleições nos EUA devem selar destino de Trump e futuro da relação com o Brasil em 4º mandato de Lula Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colecionou polêmicas e falas inflamatórias durante campanha pelo seu partido, o Republicano, para as eleições de meio de mandato no país —as midterms. A votação ocorre nesta terça-feira (3). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ACOMPANHE: as últimas notícias sobre as midterms MAPAS vão mostrar resultados em tempo real Entre as polêmicas, Trump prometeu dar US$ 5 mil para cada cidadão norte-americano caso os republicanos mantenham controle sobre o Congresso dos EUA, atacou a integridade da votação em diversos estados e também adversários democratas, além de dizer que "vetaria tudo" que chegasse para ele assinar caso os democratas saiam vencedores do pleito. Veja abaixo as polêmicas: Promessa de cheque de US$ 5 mil para população Midterms: Estados Unidos vão às urnas para definir controle da Câmara e do Senado Em setembro, Trump prometeu pagar US$ 5 mil (cerca de R$ 27,3 mil) a cada adulto do país caso seu Partido Republicano vença as midterms. "Aqui vai minha promessa: se os republicanos vencerem a Câmara dos Representantes e o Senado dos Estados Unidos, ambos... por causa da nossa enorme força e sucesso econômico, vou conceder um dividendo de US$ 5 mil a cada cidadão adulto dos Estados Unidos da América", declarou. A promessa gerou uma série de questionamentos entre especialistas nos EUA, porque a legislação norte-americana proíbe que qualquer autoridade pública ofereça verbas públicas a eleitores em troca de resultados eleitorais. Trump repetiu diversas vezes a promessa e alegou que a medida seria um "incentivo" aos cidadãos. Ataque a candidato democrata O presidente dos EUA, Donald Trump, diante de telão exibindo comício de Abdul El-Sayed, candidato a senador pelo estado do Michigan, em 25 de outubro de 2026. Julia Demaree Nikhinson/ AP Em outubro, apenas duas semanas antes das midterms, Trump fez um ataque direto a Abdul El-Sayed, candidato democrata ao Senado pelo estado de Michigan. O presidente norte-americano o chamou de "jihadista doentio e violento" e o acusou de integrar a Irmandade Muçulmana (grupo terrorista islâmico radical) —algo que El-Sayed já negou. "Ele é um farsantezinho, e tudo nele é falso. É um mentiroso. Fala de todas essas coisas como se fosse moderado, mas não é. Ele é um jihadista. Um jihadista doentio e violento, e não tem lugar no nosso governo", falou Trump. El-Sayed aparecia à frente de seu rival republicano Mike Rogers pela cadeira do Senado pelo estado nas pesquisas de intenção de voto. Ameaçou 'vetar tudo' em caso de vitória democrata Donald Trump faz discurso no Memorial Lincoln, em Washington, nas vésperas das midterms Umit Bektas/Reuters Nos últimos dias, Trump ameaçou "vetar tudo" que chegasse do Congresso dos EUA para ele assinar caso os democratas saiam vencedores das midterms. "Acho que vou me tornar o Sr. Veto. (...) Eles vão enviar algumas coisas. Você veta. E, eventualmente, depois de um ou dois meses sendo vetados, eles só estão perdendo tempo, vêm até nós e fazemos um acordo", disse o presidente ao podcast "Pod Force One", do "New York Post". Segundo a colunista do g1 Sandra Cohen, a fala é uma antecipação de como Trump pretende governar caso tenha um Congresso de oposição a ele em seus últimos dois anos de mandato. Ela acrescentou ainda que o presidente norte-americano passou dois anos ignorando o Congresso dos EUA governando via ordens executivas. EUA vão 'queimar como a França' Trump diz que EUA vão 'queimar' como a França se democratas vencerem midterms Também em outubro, Trump se aproveitou dos protestos violentos na França para dizer, sem apresentar provas, que os EUA "queimarão" tal qual o país europeu caso os democratas saiam vencedores das midterms. “Quando vocês virem campanários [torres com sinos] em chamas e incêndios violentos na França, lembrem-se de que é isso que os democratas radicais querem fazer com os EUA. Eles pretendem fazer isso. Não vão nem chegar perto”, afirmou Trump. O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou a fala de Trump: "Comentários inaceitáveis e estúpidos". Esta reportagem está em atualização.

Como eleições nos EUA devem selar destino de Trump e futuro da relação com o Brasil em 4º mandato de Lula Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colecionou polêmicas e falas inflamatórias durante campanha pelo seu partido, o Republicano, para as eleições de meio de mandato no país —as midterms. A votação ocorre nesta terça-feira (3). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ACOMPANHE: as últimas notícias sobre as midterms MAPAS vão mostrar resultados em tempo real Entre as polêmicas, Trump prometeu dar US$ 5 mil para cada cidadão norte-americano caso os republicanos mantenham controle sobre o Congresso dos EUA, atacou a integridade da votação em diversos estados e também adversários democratas, além de dizer que "vetaria tudo" que chegasse para ele assinar caso os democratas saiam vencedores do pleito. Veja abaixo as polêmicas: Promessa de cheque de US$ 5 mil para população Midterms: Estados Unidos vão às urnas para definir controle da Câmara e do Senado Em setembro, Trump prometeu pagar US$ 5 mil (cerca de R$ 27,3 mil) a cada adulto do país caso seu Partido Republicano vença as midterms. "Aqui vai minha promessa: se os republicanos vencerem a Câmara dos Representantes e o Senado dos Estados Unidos, ambos... por causa da nossa enorme força e sucesso econômico, vou conceder um dividendo de US$ 5 mil a cada cidadão adulto dos Estados Unidos da América", declarou. A promessa gerou uma série de questionamentos entre especialistas nos EUA, porque a legislação norte-americana proíbe que qualquer autoridade pública ofereça verbas públicas a eleitores em troca de resultados eleitorais. Trump repetiu diversas vezes a promessa e alegou que a medida seria um "incentivo" aos cidadãos. Ataque a candidato democrata O presidente dos EUA, Donald Trump, diante de telão exibindo comício de Abdul El-Sayed, candidato a senador pelo estado do Michigan, em 25 de outubro de 2026. Julia Demaree Nikhinson/ AP Em outubro, apenas duas semanas antes das midterms, Trump fez um ataque direto a Abdul El-Sayed, candidato democrata ao Senado pelo estado de Michigan. O presidente norte-americano o chamou de "jihadista doentio e violento" e o acusou de integrar a Irmandade Muçulmana (grupo terrorista islâmico radical) —algo que El-Sayed já negou. "Ele é um farsantezinho, e tudo nele é falso. É um mentiroso. Fala de todas essas coisas como se fosse moderado, mas não é. Ele é um jihadista. Um jihadista doentio e violento, e não tem lugar no nosso governo", falou Trump. El-Sayed aparecia à frente de seu rival republicano Mike Rogers pela cadeira do Senado pelo estado nas pesquisas de intenção de voto. Ameaçou 'vetar tudo' em caso de vitória democrata Donald Trump faz discurso no Memorial Lincoln, em Washington, nas vésperas das midterms Umit Bektas/Reuters Nos últimos dias, Trump ameaçou "vetar tudo" que chegasse do Congresso dos EUA para ele assinar caso os democratas saiam vencedores das midterms. "Acho que vou me tornar o Sr. Veto. (...) Eles vão enviar algumas coisas. Você veta. E, eventualmente, depois de um ou dois meses sendo vetados, eles só estão perdendo tempo, vêm até nós e fazemos um acordo", disse o presidente ao podcast "Pod Force One", do "New York Post". Segundo a colunista do g1 Sandra Cohen, a fala é uma antecipação de como Trump pretende governar caso tenha um Congresso de oposição a ele em seus últimos dois anos de mandato. Ela acrescentou ainda que o presidente norte-americano passou dois anos ignorando o Congresso dos EUA governando via ordens executivas. EUA vão 'queimar como a França' Trump diz que EUA vão 'queimar' como a França se democratas vencerem midterms Também em outubro, Trump se aproveitou dos protestos violentos na França para dizer, sem apresentar provas, que os EUA "queimarão" tal qual o país europeu caso os democratas saiam vencedores das midterms. “Quando vocês virem campanários [torres com sinos] em chamas e incêndios violentos na França, lembrem-se de que é isso que os democratas radicais querem fazer com os EUA. Eles pretendem fazer isso. Não vão nem chegar perto”, afirmou Trump. O presidente da França, Emmanuel Macron, criticou a fala de Trump: "Comentários inaceitáveis e estúpidos". Esta reportagem está em atualização.
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