Constelações Contemporâneas reúne olhares diversos sobre a arte

A exposição Constelações Contemporâneas traz obras de mais de 40 artistas, garantindo uma arte diversa e rica para os visitantes

Jul 6, 2026 - 02:30
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Constelações Contemporâneas reúne olhares diversos sobre a arte

A exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília entrou em sua reta final, a visitação se encerra no dia 17 de julho. Mas ainda dá tempo de conhecer as mais de 200 obras de 41 artistas do Distrito Federal, e esta segunda (6/7) é o dia ideal para curtir momentos de imersão artística no Foyer da Sala Villa-Lobos, localizado no Teatro Nacional Claudio Santoro.

Realizada com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), a mostra teve uma trajetória de sucesso ao longo dos meses, recebendo visitantes de todas as regiões do DF e promovendo inúmeras visitas escolares, apresentando a arte para muitas crianças e adolescentes.

Na mostra, os visitantes encontram diferentes tipos de arte, atravessados por olhares de artistas mulheres, homens, mais jovens, mais velhos e de todas as regiões do DF, o que expande a mente e permite um olhar mais amplo do que realmente representa a cultura.

Como retirar seu ingresso

  1. Acesso à plataforma: o visitante deve abrir o site do Metrópoles Fine Arts clicando neste link.

  2. Seleção da reserva: na página inicial do portal, é necessário clicar no botão “Reserve seu ingresso grátis”.

  3. Escolha do dia: o interessado deve escolher a data em que deseja comparecer ao Teatro Nacional e selecionar a opção para reservar.

  4. Preenchimento dos dados: por fim, basta indicar a quantidade de ingressos desejada, preencher os dados pessoais solicitados no formulário e clicar em “Fazer inscrição”.

A iniciativa amplia a atuação do Metrópoles no fortalecimento da cena cultural e na defesa de uma arte acessível a todos. O projeto dá sequência à repercussão positiva da exposição É Pau, É Pedra…, que ocupou o Teatro Nacional de 10 de dezembro de 2025 a 13 de março de 2026, com mais de 200 obras de Sergio Camargo.

Constelações Contemporâneas reúne olhares diversos sobre a arte - destaque galeria
6 imagens
Os alunos apreciam as obras
Estudantes do CEF 01 do Planalto
Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia
Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia
Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia
Alunos do CEF 01 Planalto visitam a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília
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Alunos do CEF 01 Planalto visitam a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília

Os alunos apreciam as obras
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Os alunos apreciam as obras

Estudantes do CEF 01 do Planalto
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Estudantes do CEF 01 do PlanaltoPedro Iff/Metrópoles

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Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia

Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia
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Estudantes da rede pública visitam a Exposição Constelações Contemporâneas da Cena artística de Brasíia

Detalhes da exposição

A mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília se estrutura a partir da ideia de “constelação” como fio condutor curatorial, conceito que propõe encontros, múltiplos pontos de vista e diálogos. Segundo a curadora Monica Tachotte, a exposição se desenvolve a partir de eixos principais, como território, memória, paisagem, corpo e experiência, que atravessam a produção dos criadores de diferentes maneiras.

Ao reunir trajetórias distintas, a mostra constrói um campo de diálogo que evidencia contrastes e afinidades dentro da produção contemporânea, reforçando Brasília como um polo criativo nacional que ultrapassa sua herança modernista.

O projeto reúne mais de 200 obras abertas a múltiplas interpretações, convidando o público a construir suas próprias leituras e experiências diante da arte.

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Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro
Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação
Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público
Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecção
Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinema
Valéria Pena-Costa
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Valéria Pena-CostaWey Alves/ Metrópoles

Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro
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Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólico. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra DentroGustavo Lucena/ Metrópoles

Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação
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Formada pela Universidade de Brasília, Patrícia investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformaçãoGustavo Lucena/ Metrópoles

Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público
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Sobre a obra apresentada, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do públicoWey Alves/ Metrópoles

Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecção
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Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na instrospecçãoGustavo Lucena/ Metrópoles

Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinema
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Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição da pintura histórica, cenografia clássica e cinemaGustavo Lucena/ Metrópoles

De sobradinho, Pamella investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerente
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De sobradinho, Pamella investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerenteGustavo Lucena/ Metrópoles

Patricia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memória
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Patricia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memóriaWey Alves/ Metrópoles

Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostra
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Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostraNina Quintana/Metrópoles

Doutor em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Marcos Antony desenvolve pesquisa a partir da tensão espacial entre centro e periferia, especialmente ao provocar contrastes entre O Plano Piloto e a região do Paranoá/Itapoã, onde cresceu
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Doutor em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, Marcos Antony desenvolve pesquisa a partir da tensão espacial entre centro e periferia, especialmente ao provocar contrastes entre O Plano Piloto e a região do Paranoá/Itapoã, onde cresceuWey Alves/ Metrópoles

Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para a exposição, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, onde explora metáforas e texturas
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Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para a exposição, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, onde explora metáforas e texturas Wey Alves/ Metrópoles

O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017 —, onde que exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora Gunther
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O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017 —, onde que exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora GuntherWey Alves/ Metrópoles

Nascido em Ceilândia, mas criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a escultura
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Nascido em Ceilândia, mas criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a esculturaWey Alves/ Metrópoles

Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para a exposição, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento
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Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para a exposição, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento Nina Quintana/Metrópoles

A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência através do observar e fotografar o chão  
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A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência através do observar e fotografar o chão  Nina Quintana/Metrópoles

Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderes
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Formada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderesGustavo Lucena/ Metrópoles

Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto Central
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Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto CentralWey Alves/ Metrópoles

Conheça os artistas que integram a mostra

Confira os nomes dos artistas participantes:

Andre Santangelo, Antônio Obá, Bruna Zanatta, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin, Celso Junior, Christus Nóbrega, Courinos, Daniel Jacaré, Daniel Toys, David Almeida, Desirée Feldmann, Gabriel Matos, Gisel Carriconde, Gu da Cei, Helena Lopes, Iris Helena, Julio Lapagesse, Karina Dias, Leo Tavares, Luísa Gunther e Dupla Plus, Marcos Antony, Maria Porto, Marina Fontana, Nelson Maravalhas, Pamela Anderson, Patricia Monteiro, Patrícia Bagniewski, Paula Calderon, Raquel Nava, Raylton Parga, Renato Rios, Rogério Roseo, Samantha Canovas, Taigo Meireles, Tamires Moreira, Valéria Pena-Costa, Victoria Serendinicki e Virgílio Neto

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Obra de Tamires Moreira
Arte de Patricia Bagniewski
Arte de Samantha Canovas
Arte de Julio Lapagesse
Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas
Arte de Taigo Meireles
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Arte de Taigo Meireles Imagem cedida ao Metrópoles

Obra de Tamires Moreira
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Obra de Tamires Moreira

Arte de Patricia Bagniewski
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Arte de Patricia Bagniewski Imagem cedida ao Metrópoles

Arte de Samantha Canovas
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Arte de Samantha CanovasImagem cedida ao Metrópoles

Arte de Julio Lapagesse
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Arte de Julio LapagesseImagem cedida ao Metrópoles

Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas
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Antônio Obá participa da mostra Constelações ContemporâneasMaterial cedido ao Metrópoles

Arte de Camila Courinos
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Arte de Camila Courinos

Arte de Luisa Günther
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Arte de Luisa GüntherArquivo pessoal

Serviço

Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília

De 19 maio a 17 julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro

Diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita

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