EUA fazem nova apreensão de petroleiro da Venezuela no Caribe; VÍDEO
Perseguição de guerra em alto-mar: entenda como foi a captura do petroleiro clandestino pelos EUA Os Estados Unidos apreenderam um novo petroleiro da Venezuela no Caribe, perto de Trinidad e Tobago, nesta sexta-feira (9). A ação foi confirmada pelo governo americano nas redes sociais, pouco tempo depois de agências de notícias revelarem a abordagem, a quinta nas últimas semanas. "Mais uma vez, nossas forças conjuntas interagências enviaram uma mensagem clara esta manhã: 'não há refúgio seguro para criminosos'. A Operação Southern Spear do Departamento de Guerra mantém-se firme em sua missão de defender nossa pátria, pondo fim às atividades ilícitas e restaurando a segurança no Hemisfério Ocidental", diz o post que traz também um vídeo (veja abaixo). Initial plugin text O navio, identificado como Olina, navegava falsamente sob a bandeira de Timor-Leste, segundo a base de dados pública de navegação Equasis. Ele estava sancionado pelos EUA desde janeiro do ano passado, quando ainda se chamava Minerva M. Uma fonte do setor marítimo afirmou à agência de notícias Reuters que o petroleiro havia deixado a Venezuela na semana passada, totalmente carregado com petróleo, logo após os EUA prenderem o presidente venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro, e estava retornando ao país, também totalmente carregado. "O rastreador AIS (de localização) da embarcação esteve ativo pela última vez há 52 dias na ZEE venezuelana, a nordeste de Curaçao. A apreensão ocorre após uma longa perseguição a navios-tanque ligados a carregamentos de petróleo venezuelano sujeitos a sanções na região", afirma a empresa britânica de gestão de riscos marítimos Vanguard. EUA mostram navio da Guarda Costeira emparelhando com petroleiro Marinera durante operação de apreensão no Oceano Atlântico Norte em 7 de janeiro de 2026. Divulgação/Guarda Costeira dos EUA Na quarta-feira (7), ocorreram duas apreensões de petroleiros no mesmo dia: a do Marinera (antigo Bella 1), ligado à Venezuela e que navega sob bandeira russa a do M/T Sophia, ligado à Venezuela, de bandeira panamenha Após as apreensões, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que o bloqueio de petroleiros venezuelanos "continua em vigor em todo o mundo". O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs em dezembro um "bloqueio total" às embarcações. Duas delas foram interceptadas em 2025.

Perseguição de guerra em alto-mar: entenda como foi a captura do petroleiro clandestino pelos EUA Os Estados Unidos apreenderam um novo petroleiro da Venezuela no Caribe, perto de Trinidad e Tobago, nesta sexta-feira (9). A ação foi confirmada pelo governo americano nas redes sociais, pouco tempo depois de agências de notícias revelarem a abordagem, a quinta nas últimas semanas. "Mais uma vez, nossas forças conjuntas interagências enviaram uma mensagem clara esta manhã: 'não há refúgio seguro para criminosos'. A Operação Southern Spear do Departamento de Guerra mantém-se firme em sua missão de defender nossa pátria, pondo fim às atividades ilícitas e restaurando a segurança no Hemisfério Ocidental", diz o post que traz também um vídeo (veja abaixo). Initial plugin text O navio, identificado como Olina, navegava falsamente sob a bandeira de Timor-Leste, segundo a base de dados pública de navegação Equasis. Ele estava sancionado pelos EUA desde janeiro do ano passado, quando ainda se chamava Minerva M. Uma fonte do setor marítimo afirmou à agência de notícias Reuters que o petroleiro havia deixado a Venezuela na semana passada, totalmente carregado com petróleo, logo após os EUA prenderem o presidente venezuelano Nicolás Maduro em 3 de janeiro, e estava retornando ao país, também totalmente carregado. "O rastreador AIS (de localização) da embarcação esteve ativo pela última vez há 52 dias na ZEE venezuelana, a nordeste de Curaçao. A apreensão ocorre após uma longa perseguição a navios-tanque ligados a carregamentos de petróleo venezuelano sujeitos a sanções na região", afirma a empresa britânica de gestão de riscos marítimos Vanguard. EUA mostram navio da Guarda Costeira emparelhando com petroleiro Marinera durante operação de apreensão no Oceano Atlântico Norte em 7 de janeiro de 2026. Divulgação/Guarda Costeira dos EUA Na quarta-feira (7), ocorreram duas apreensões de petroleiros no mesmo dia: a do Marinera (antigo Bella 1), ligado à Venezuela e que navega sob bandeira russa a do M/T Sophia, ligado à Venezuela, de bandeira panamenha Após as apreensões, o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que o bloqueio de petroleiros venezuelanos "continua em vigor em todo o mundo". O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs em dezembro um "bloqueio total" às embarcações. Duas delas foram interceptadas em 2025.
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