Favorito ao governo da Califórnia, democrata suspende campanha após denúncias de agressão sexual

O deputado democrata Eric Swalwell, durante um evento de campanha em 7 de abril de 2026. Rich Pedroncelli/ AP Favorito na corrida eleitoral para o governo da Califórnia, a deputado democrata dos Estados Unidos Eric Swalwell anunciou nesta segunda-feira (13) a suspensão de sua campanha após a revelação de denúncias de que ele agrediu sexualmente ex-funcionárias de seu gabinete. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Swalwell liderava pesquisas para substituir o atual governador, o também democrata Gavin Newsom. Na semana passada, no entanto, o jornal "The San Francisco Chronicle" e a rede de TV CNN revelaram as denúncias que o deputado enfrenta. "Suspendo minha campanha para governador", anunciou Eric Swalwell, 45 anos, em um comunicado divulgado na rede social X. Depois disso, vários nomes importantes do Partido Democrata importantes do partido a retirar o apoio à candidatura de Swalwell. Com a saída de Swalwell, outros pré-candidatos democratas prosseguem na disputa pela indicação. No lado republicano, Steve Hilton, um ex-apresentador da Fox News apoiado pelo presidente Donald Trump, é um dos nomes que almejam o cargo. "À minha família, equipe, amigos e apoiadores: lamento profundamente os erros de julgamento que cometi no passado", afirmou. "Vou lutar contra as acusações graves e falsas que foram feitas, mas esta é a minha luta, não a de uma campanha", acrescentou. Uma ex-assessora de Swalwell disse que o congressista a agrediu sexualmente quando ela estava alcoolizada, e que a deixou com hematomas e sangrando, segundo o San Francisco Chronicle. Outras três mulheres denunciaram uma conduta sexual inapropriada por parte de Swalwell, informou a CNN. Mais de 50 ex-colaboradores de Swalwell assinaram uma carta, divulgada no domingo, na qual qualificavam as denúncias como "graves" e "críveis". O texto exige sua renúncia ao Congresso. Em sua mensagem divulgada no domingo, no entanto, o democrata não aborda seu cargo no Congresso. Vários dirigentes democratas que haviam respaldado sua candidatura ao governo, como os senadores Adam Schiff e Ruben Gallego, retiraram seu apoio.

abril 13, 2026 - 10:30
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Favorito ao governo da Califórnia, democrata suspende campanha após denúncias de agressão sexual

O deputado democrata Eric Swalwell, durante um evento de campanha em 7 de abril de 2026. Rich Pedroncelli/ AP Favorito na corrida eleitoral para o governo da Califórnia, a deputado democrata dos Estados Unidos Eric Swalwell anunciou nesta segunda-feira (13) a suspensão de sua campanha após a revelação de denúncias de que ele agrediu sexualmente ex-funcionárias de seu gabinete. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Swalwell liderava pesquisas para substituir o atual governador, o também democrata Gavin Newsom. Na semana passada, no entanto, o jornal "The San Francisco Chronicle" e a rede de TV CNN revelaram as denúncias que o deputado enfrenta. "Suspendo minha campanha para governador", anunciou Eric Swalwell, 45 anos, em um comunicado divulgado na rede social X. Depois disso, vários nomes importantes do Partido Democrata importantes do partido a retirar o apoio à candidatura de Swalwell. Com a saída de Swalwell, outros pré-candidatos democratas prosseguem na disputa pela indicação. No lado republicano, Steve Hilton, um ex-apresentador da Fox News apoiado pelo presidente Donald Trump, é um dos nomes que almejam o cargo. "À minha família, equipe, amigos e apoiadores: lamento profundamente os erros de julgamento que cometi no passado", afirmou. "Vou lutar contra as acusações graves e falsas que foram feitas, mas esta é a minha luta, não a de uma campanha", acrescentou. Uma ex-assessora de Swalwell disse que o congressista a agrediu sexualmente quando ela estava alcoolizada, e que a deixou com hematomas e sangrando, segundo o San Francisco Chronicle. Outras três mulheres denunciaram uma conduta sexual inapropriada por parte de Swalwell, informou a CNN. Mais de 50 ex-colaboradores de Swalwell assinaram uma carta, divulgada no domingo, na qual qualificavam as denúncias como "graves" e "críveis". O texto exige sua renúncia ao Congresso. Em sua mensagem divulgada no domingo, no entanto, o democrata não aborda seu cargo no Congresso. Vários dirigentes democratas que haviam respaldado sua candidatura ao governo, como os senadores Adam Schiff e Ruben Gallego, retiraram seu apoio.

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