FBI faz buscas na casa de jornalista do Washington Post que cobre governo Trump
Agentes do FBI revistaram a casa de uma repórter do Washington Post, em Virgninia, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (14) e apreenderam um telefone, notebooks e um relógio. A medida faz parte de uma investigação sobre vazamentos de informações confidenciais do governo americano. A repórter Hannah Natanson acompanhava os detalhes da Casa Branca e era responsável por cobrir a reformulação do governo federal promovida por Donald Trump ao longo dos meses. As suas últimas reportagens foram sobre como a previdência social americana piorou e como Trump demitiu diversos embaixadores. Segundo o portal Washington Post, os investigadores disseram a Hannah que ela não é o foco da investigação. As autoridades estão investigando Aurelio Perez-Lugones, acusado no início de janeiro de imprimir ilegalmente informações oficiais de defesa nacional. Até o momento da publicação desta reportagem, não foi confirmado oficialmente se existe alguma relação entre a repórter e Aurelio Perez-Lugones. No entanto, a procuradora-geral Attoney General informou que Perez-Lugones estava divulgando informações confidenciais para alguém da imprensa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com documentos judiciais que a agência de notícias Associated Press teve acesso, as autoridades encontraram documentos marcados como secreto no carro e na casa dele. Perez-Lugones possui acesso a esses tipos de documentos, mas não era autorizado a levar com ele. "O vazamento de informações confidenciais coloca em sério risco a segurança nacional dos Estados Unidos e a proteção de nossos heróis militares", informou Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca. Embora investigações envolvendo documentos confidenciais não sejam incomuns, a busca na casa de um repórter representa uma escalada nos esforços do governo para reprimir vazamentos. Vale destacar que em abril do ano passado, a procuradora-geral Pam Bondi revogou uma política do ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que impedia autoridades de consultar registros telefônicos de repórteres ao tentar identificar funcionários do governo que tivessem fornecido informações confidenciais. Trump havia banido de acompanhar seus eventos o The Washington Post, o Politico e o Buzzfeed Evan Vucci/AP

Agentes do FBI revistaram a casa de uma repórter do Washington Post, em Virgninia, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (14) e apreenderam um telefone, notebooks e um relógio. A medida faz parte de uma investigação sobre vazamentos de informações confidenciais do governo americano. A repórter Hannah Natanson acompanhava os detalhes da Casa Branca e era responsável por cobrir a reformulação do governo federal promovida por Donald Trump ao longo dos meses. As suas últimas reportagens foram sobre como a previdência social americana piorou e como Trump demitiu diversos embaixadores. Segundo o portal Washington Post, os investigadores disseram a Hannah que ela não é o foco da investigação. As autoridades estão investigando Aurelio Perez-Lugones, acusado no início de janeiro de imprimir ilegalmente informações oficiais de defesa nacional. Até o momento da publicação desta reportagem, não foi confirmado oficialmente se existe alguma relação entre a repórter e Aurelio Perez-Lugones. No entanto, a procuradora-geral Attoney General informou que Perez-Lugones estava divulgando informações confidenciais para alguém da imprensa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com documentos judiciais que a agência de notícias Associated Press teve acesso, as autoridades encontraram documentos marcados como secreto no carro e na casa dele. Perez-Lugones possui acesso a esses tipos de documentos, mas não era autorizado a levar com ele. "O vazamento de informações confidenciais coloca em sério risco a segurança nacional dos Estados Unidos e a proteção de nossos heróis militares", informou Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca. Embora investigações envolvendo documentos confidenciais não sejam incomuns, a busca na casa de um repórter representa uma escalada nos esforços do governo para reprimir vazamentos. Vale destacar que em abril do ano passado, a procuradora-geral Pam Bondi revogou uma política do ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que impedia autoridades de consultar registros telefônicos de repórteres ao tentar identificar funcionários do governo que tivessem fornecido informações confidenciais. Trump havia banido de acompanhar seus eventos o The Washington Post, o Politico e o Buzzfeed Evan Vucci/AP
What's Your Reaction?