Governo Trump barra resolução que limitaria ações militares na Venezuela em segunda votação no Senado
Senado dos EUA aprova projeto para impedir Trump de tomar novas medidas militares O governo Trump conseguiu barrar a resolução aprovada pelo Senado dos Estados Unidos há uma semana, que impediria o presidente Donald Trump de tomar novas medidas militares contra a Venezuela sem autorização do Congresso, em uma nova votação nesta quarta-feira (14). A medida havia sido aprovada em primeiro turno graças ao apoio de cinco senadores republicanos que se juntaram aos colegas democratas na votação - o partido de Trump tem maioria na casa. No entanto, agora, após negociações, dois deles voltaram atrás. A votação terminou empatada em 51 a 50. O vice-presidente, J.D. Vance, compareceu ao Capitólio para desempatá-la. O líder da minoria no Senado dos EUA, Chuck Schumer, discursa ao lado do senador Tim Kaine durante uma coletiva de imprensa sobre a Venezuela REUTERS/Evelyn Hockstein Os dois republicanos que mudaram o voto teriam recebido garantias do secretário de Estado, Marco Rubio, de que não há planos para mobilizar tropas na Venezuela, e de que o Congresso seria devidamente consultado caso isso mudasse. O governo Trump argumenta que a captura de Maduro foi uma operação judicial para levá-lo a julgamento nos EUA por acusações de tráfico de drogas, e não uma operação militar. "Não estamos realizando operações militares lá no momento. Os democratas estão apresentando este projeto de lei porque sua histeria anti-Trump não tem limites", disse o líder da maioria republicana no Senado, John Thune, da Dakota do Sul, ao abrir a sessão do Senado. Com a decisão, a proposta não irá avançar mais. Caso tivesse sido novamente aprovada iria ser debatida na Câmara dos Representantes e, depois, ainda teria que passar pela sanção presidencial.

Senado dos EUA aprova projeto para impedir Trump de tomar novas medidas militares O governo Trump conseguiu barrar a resolução aprovada pelo Senado dos Estados Unidos há uma semana, que impediria o presidente Donald Trump de tomar novas medidas militares contra a Venezuela sem autorização do Congresso, em uma nova votação nesta quarta-feira (14). A medida havia sido aprovada em primeiro turno graças ao apoio de cinco senadores republicanos que se juntaram aos colegas democratas na votação - o partido de Trump tem maioria na casa. No entanto, agora, após negociações, dois deles voltaram atrás. A votação terminou empatada em 51 a 50. O vice-presidente, J.D. Vance, compareceu ao Capitólio para desempatá-la. O líder da minoria no Senado dos EUA, Chuck Schumer, discursa ao lado do senador Tim Kaine durante uma coletiva de imprensa sobre a Venezuela REUTERS/Evelyn Hockstein Os dois republicanos que mudaram o voto teriam recebido garantias do secretário de Estado, Marco Rubio, de que não há planos para mobilizar tropas na Venezuela, e de que o Congresso seria devidamente consultado caso isso mudasse. O governo Trump argumenta que a captura de Maduro foi uma operação judicial para levá-lo a julgamento nos EUA por acusações de tráfico de drogas, e não uma operação militar. "Não estamos realizando operações militares lá no momento. Os democratas estão apresentando este projeto de lei porque sua histeria anti-Trump não tem limites", disse o líder da maioria republicana no Senado, John Thune, da Dakota do Sul, ao abrir a sessão do Senado. Com a decisão, a proposta não irá avançar mais. Caso tivesse sido novamente aprovada iria ser debatida na Câmara dos Representantes e, depois, ainda teria que passar pela sanção presidencial.
What's Your Reaction?