Irã convoca embaixador francês devido à repressão aos protestos estudantis na França
O Irã convocou nesta terça-feira (6) o embaixador da França em Teerã, Pierre Cochard, para questionar o tratamento dado pelas autoridades francesas a manifestantes que reivindicam melhores condições nas escolas de ensino médio. A convocação ocorreu após vários dias de confrontos entre policiais e estudantes durante os protestos, informou a imprensa estatal iraniana.
O governo do Irã acusou a França de adotar um "tratamento violento" contra os manifestantes e de cometer "violações graves e flagrantes dos direitos humanos" durante os atos, que começaram no fim do mês passado e foram marcados por episódios de violência.
As relações entre França e Irã vêm se deteriorando há meses. Em agosto, os dois países expulsaram diplomatas um do outro.
O Irã também registrou uma onda de protestos contra o governo em janeiro. Na época, as autoridades disseram que mais de 3.000 pessoas morreram e atribuíram a violência a "atos terroristas" orquestrados pelos Estados Unidos e por Israel.
Organizações não governamentais sediadas no exterior, porém, afirmam que as forças de segurança iranianas abriram fogo contra os manifestantes.
O Irã convocou nesta terça-feira (6) o embaixador da França em Teerã, Pierre Cochard, para questionar o tratamento dado pelas autoridades francesas a manifestantes que reivindicam melhores condições nas escolas de ensino médio. A convocação ocorreu após vários dias de confrontos entre policiais e estudantes durante os protestos, informou a imprensa estatal iraniana.
O governo do Irã acusou a França de adotar um "tratamento violento" contra os manifestantes e de cometer "violações graves e flagrantes dos direitos humanos" durante os atos, que começaram no fim do mês passado e foram marcados por episódios de violência.
As relações entre França e Irã vêm se deteriorando há meses. Em agosto, os dois países expulsaram diplomatas um do outro.
O Irã também registrou uma onda de protestos contra o governo em janeiro. Na época, as autoridades disseram que mais de 3.000 pessoas morreram e atribuíram a violência a "atos terroristas" orquestrados pelos Estados Unidos e por Israel.
Organizações não governamentais sediadas no exterior, porém, afirmam que as forças de segurança iranianas abriram fogo contra os manifestantes.
tibauemacao.
Eu sou a senhora Rosa Alves este e o nosso Web Portal Noticias Atualizadas Diariamente