Justiça revoga mandado de prisão de líder separatista catalão, que pode voltar à Espanha nove anos após ter deixado país

O Supremo Tribunal espanhol anunciou, nesta terça-feira (6), que revogou a ordem de prisão contra o líder independentista catalão Carles Puigdemont, que agora poderá retornar à Espanha quase nove anos após ter partido depois da tentativa fracassada de secessão. "O magistrado da Sala Penal do Supremo, Pablo Llarena, emitiu hoje uma decisão revogando, com efeito imediato e até nova resolução judicial expressa, as ordens nacionais de busca, captura e prisão do ex-presidente da Generalitat da Catalunha, Carles Puigdemont, e dos ex-conselheiros Antoni Comín e Lluís Puig", informou o tribunal em comunicado. A decisão foi divulgada pouco depois de o Tribunal Constitucional validar a aplicação da lei de anistia, aprovada há dois anos pelo Parlamento espanhol, também ao crime de peculato. Logo em seguida, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, celebrou a notícia, afirmando que ela permite à Catalunha "olhar para o futuro". "Celebramos o fato de que, com isso, também ajudamos a sociedade catalã, como ela vinha reivindicando durante todo esse tempo", declarou em entrevista coletiva. rs/ml/avl/aa

Oct 6, 2026 - 09:23
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O Supremo Tribunal espanhol anunciou, nesta terça-feira (6), que revogou a ordem de prisão contra o líder independentista catalão Carles Puigdemont, que agora poderá retornar à Espanha quase nove anos após ter partido depois da tentativa fracassada de secessão. "O magistrado da Sala Penal do Supremo, Pablo Llarena, emitiu hoje uma decisão revogando, com efeito imediato e até nova resolução judicial expressa, as ordens nacionais de busca, captura e prisão do ex-presidente da Generalitat da Catalunha, Carles Puigdemont, e dos ex-conselheiros Antoni Comín e Lluís Puig", informou o tribunal em comunicado. A decisão foi divulgada pouco depois de o Tribunal Constitucional validar a aplicação da lei de anistia, aprovada há dois anos pelo Parlamento espanhol, também ao crime de peculato. Logo em seguida, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, celebrou a notícia, afirmando que ela permite à Catalunha "olhar para o futuro". "Celebramos o fato de que, com isso, também ajudamos a sociedade catalã, como ela vinha reivindicando durante todo esse tempo", declarou em entrevista coletiva. rs/ml/avl/aa

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