Lula chega à França para reunião do G7; governo vê chance de reunião com Trump
Planalto aposta em encontro entre Lula e Trump no G7 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou nesta segunda-feira (15) em Évian-les-Bains, na França, para participar da reunião de líderes dos países do G7, marcada para esta terça-feira (16). O governo trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos Donald Trump durante a reunião da cúpula. Mas não há reunião previamente marcada entre os presidentes. A estratégia do Palácio do Planalto era garantir a chegada de Lula ainda nesta segunda, primeiro dia do evento, diante da possibilidade de Trump participar apenas da abertura da reunião, repetindo o que ocorreu no encontro do G7 realizado no Canadá no ano passado. Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump. Também não houve nenhuma solicitação de encontro por parte da Casa Branca. A falta de pedidos formais dos dois lados, no entanto, não é vista como um impeditivo para uma reunião. O possível encontro ocorreria após uma nova ofensiva dos EUA contra produtos brasileiros que pode elevar a carga total a 37,5%, caso as medidas sejam implementadas. No governo, a avaliação é de que: a proposta de uma tarifa adicional de 25%, justificada por Washington com base em supostas práticas comerciais desleais, ainda pode ser revertida por meio de negociação. já a sobretaxa de 12,5%, vinculada à alegação de falta de ações suficientes contra o trabalho forçado, é vista por integrantes da equipe brasileira como uma decisão praticamente consolidada.

Planalto aposta em encontro entre Lula e Trump no G7 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou nesta segunda-feira (15) em Évian-les-Bains, na França, para participar da reunião de líderes dos países do G7, marcada para esta terça-feira (16). O governo trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos Donald Trump durante a reunião da cúpula. Mas não há reunião previamente marcada entre os presidentes. A estratégia do Palácio do Planalto era garantir a chegada de Lula ainda nesta segunda, primeiro dia do evento, diante da possibilidade de Trump participar apenas da abertura da reunião, repetindo o que ocorreu no encontro do G7 realizado no Canadá no ano passado. Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump. Também não houve nenhuma solicitação de encontro por parte da Casa Branca. A falta de pedidos formais dos dois lados, no entanto, não é vista como um impeditivo para uma reunião. O possível encontro ocorreria após uma nova ofensiva dos EUA contra produtos brasileiros que pode elevar a carga total a 37,5%, caso as medidas sejam implementadas. No governo, a avaliação é de que: a proposta de uma tarifa adicional de 25%, justificada por Washington com base em supostas práticas comerciais desleais, ainda pode ser revertida por meio de negociação. já a sobretaxa de 12,5%, vinculada à alegação de falta de ações suficientes contra o trabalho forçado, é vista por integrantes da equipe brasileira como uma decisão praticamente consolidada.
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