Melania Trump consegue cessar-fogo entre Ucrânia e Rússia para levar ajuda humanitária a cidade
Melania Trump garantiu um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia na cidade de Oleshky, no sul do território ucraniano, informou a Casa Branca nesta sexta-feira (23). Segundo comunicado do governo dos Estados Unidos, a trégua entrará em vigor em 29 de outubro para permitir o envio de ajuda humanitária ao território ucraniano e preparar uma evacuação civil por meio de uma rota segura designada. Ainda de acordo com a Casa Branca, a primeira-dama trabalhou diretamente com seus representantes e autoridades dos dois países para obter o cessar-fogo e uma organização de mídia americana imparcial acompanhará e documentará todo o processo. Melania Trump tem se empenhado em tentar fazer com que crianças ucranianas sequestradas pela Rússia durante a guerra sejam devolvidas às suas famílias. Moradores da cidade no sul da Ucrânia, ocupada por forças russas desde fevereiro de 2022, relataram um agravamento da crise alimentar. "A situação em Oleshky é terrível. É uma cidade na linha de frente da guerra, à beira do desastre. A população remanescente é composta principalmente por idosos que precisam urgentemente de atendimento médico, medicamentos, alimentos e água potável", disse Melania Trump no comunicado. Negociações de paz marcadas Mais cedo, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, revelou que negociações diretas entre Rússia e Ucrânia, sob mediação dos Estados Unidos, estão previstas para novembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Vladimir Putin, Donald Trump e Volodymyr Zelensky. Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP A Rússia se mostrou disposta a retomar as conversas de paz, paralisadas desde o início do ano, após uma reunião realizada na quarta-feira (21) entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff. O principal assessor do presidente russo, Yuri Ushakov, afirmou que "o conflito na Ucrânia está chegando perto do fim", sem dar mais detalhes. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também manifestou apoio à iniciativa. Em uma entrevista à TV norte-americana, também na quarta-feira, ele propôs "congelar" a frente de batalha na guerra contra a Rússia como primeiro passo para iniciar negociações por um cessar-fogo. Agora no g1 Zelensky ainda reiterou que a Ucrânia precisa participar de qualquer negociação para encerrar o conflito. "Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato, sobre qualquer tema. Mas não falem sobre nós sem a nossa presença, por favor", afirmou. Ainda no encontro entre Putin e Witkoff, a Rússia anunciou que começaria em breve a enviar carregamentos de diesel aos Estados Unidos, em um acordo com o presidente americano, Donald Trump. Moscou também informou que libertou um cidadão americano que estava detido no país desde o início da guerra. O presidente ucraniano também defendeu que um eventual acordo de paz inclua garantias de segurança oferecidas por parceiros internacionais, como os Estados Unidos e países europeus. Segundo Zelensky, essas garantias são necessárias para evitar que a população ucraniana volte a enfrentar a ocupação e a violência. "Isso permitiria que os ucranianos não tivessem medo de que a ocupação retorne, de que a agressão retorne, de que os assassinatos retornem", disse.

Melania Trump garantiu um cessar-fogo entre a Rússia e a Ucrânia na cidade de Oleshky, no sul do território ucraniano, informou a Casa Branca nesta sexta-feira (23). Segundo comunicado do governo dos Estados Unidos, a trégua entrará em vigor em 29 de outubro para permitir o envio de ajuda humanitária ao território ucraniano e preparar uma evacuação civil por meio de uma rota segura designada. Ainda de acordo com a Casa Branca, a primeira-dama trabalhou diretamente com seus representantes e autoridades dos dois países para obter o cessar-fogo e uma organização de mídia americana imparcial acompanhará e documentará todo o processo. Melania Trump tem se empenhado em tentar fazer com que crianças ucranianas sequestradas pela Rússia durante a guerra sejam devolvidas às suas famílias. Moradores da cidade no sul da Ucrânia, ocupada por forças russas desde fevereiro de 2022, relataram um agravamento da crise alimentar. "A situação em Oleshky é terrível. É uma cidade na linha de frente da guerra, à beira do desastre. A população remanescente é composta principalmente por idosos que precisam urgentemente de atendimento médico, medicamentos, alimentos e água potável", disse Melania Trump no comunicado. Negociações de paz marcadas Mais cedo, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, revelou que negociações diretas entre Rússia e Ucrânia, sob mediação dos Estados Unidos, estão previstas para novembro, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Vladimir Putin, Donald Trump e Volodymyr Zelensky. Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP A Rússia se mostrou disposta a retomar as conversas de paz, paralisadas desde o início do ano, após uma reunião realizada na quarta-feira (21) entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff. O principal assessor do presidente russo, Yuri Ushakov, afirmou que "o conflito na Ucrânia está chegando perto do fim", sem dar mais detalhes. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, também manifestou apoio à iniciativa. Em uma entrevista à TV norte-americana, também na quarta-feira, ele propôs "congelar" a frente de batalha na guerra contra a Rússia como primeiro passo para iniciar negociações por um cessar-fogo. Agora no g1 Zelensky ainda reiterou que a Ucrânia precisa participar de qualquer negociação para encerrar o conflito. "Sempre disse que estamos abertos a negociar em qualquer formato, sobre qualquer tema. Mas não falem sobre nós sem a nossa presença, por favor", afirmou. Ainda no encontro entre Putin e Witkoff, a Rússia anunciou que começaria em breve a enviar carregamentos de diesel aos Estados Unidos, em um acordo com o presidente americano, Donald Trump. Moscou também informou que libertou um cidadão americano que estava detido no país desde o início da guerra. O presidente ucraniano também defendeu que um eventual acordo de paz inclua garantias de segurança oferecidas por parceiros internacionais, como os Estados Unidos e países europeus. Segundo Zelensky, essas garantias são necessárias para evitar que a população ucraniana volte a enfrentar a ocupação e a violência. "Isso permitiria que os ucranianos não tivessem medo de que a ocupação retorne, de que a agressão retorne, de que os assassinatos retornem", disse.
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