Milhares de manifestantes fecham avenida que dá acesso a estádio da Copa no México
Milhares de manifestantes bloquearam uma avenida que leva ao Estádio Azteca, na Cidade do México, nesta terça-feira (9), em mais um dia de protestos a apenas 48 horas do início da Copa do Mundo de 2026, segundo a agência de notícias AFP.
O protesto foi organizado por um grupo dissidente do sindicato de professores, a CNTE, que vem liderando manifestações caóticas na capital mexicana desde a semana passada.
O Estádio Azteca sediará a cerimônia de abertura da Copa do Mundo na quinta-feira, com a partida entre México e África do Sul.
Mais cedo, a presidente Claudia Sheinbaum garantiu que a cerimônia ocorreria conforme o planejado e denunciou uma "provocação" por parte do sindicato.
As autoridades também mobilizaram milhares de agentes e instalaram barreiras de concreto a um quilômetro do estádio para bloquear a marcha, que ainda não havia chegado ao local.
"Pretendemos chegar ao estádio", disse Ángel Villalobos, um dos professores que participavam do protesto. "O governo deu algumas respostas, mas elas não são nem favoráveis nem satisfatórias", observou.
"Vamos continuar nossa luta aqui", disse Austreberto Flores, que também participava da manifestação.
Milhares de manifestantes bloquearam uma avenida que leva ao Estádio Azteca, na Cidade do México, nesta terça-feira (9), em mais um dia de protestos a apenas 48 horas do início da Copa do Mundo de 2026, segundo a agência de notícias AFP.
O protesto foi organizado por um grupo dissidente do sindicato de professores, a CNTE, que vem liderando manifestações caóticas na capital mexicana desde a semana passada.
O Estádio Azteca sediará a cerimônia de abertura da Copa do Mundo na quinta-feira, com a partida entre México e África do Sul.
Mais cedo, a presidente Claudia Sheinbaum garantiu que a cerimônia ocorreria conforme o planejado e denunciou uma "provocação" por parte do sindicato.
As autoridades também mobilizaram milhares de agentes e instalaram barreiras de concreto a um quilômetro do estádio para bloquear a marcha, que ainda não havia chegado ao local.
"Pretendemos chegar ao estádio", disse Ángel Villalobos, um dos professores que participavam do protesto. "O governo deu algumas respostas, mas elas não são nem favoráveis nem satisfatórias", observou.
"Vamos continuar nossa luta aqui", disse Austreberto Flores, que também participava da manifestação.
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Eu sou a senhora Rosa Alves este e o nosso Web Portal Noticias Atualizadas Diariamente