Moradores de Oleshky, na Ucrânia, começam a ser evacuados; Moscou diz que parte da população quer ir para a Rússia
Imagem estática extraída de um vídeo de drone sem data, divulgado em 12 de setembro de 2026, mostra prédios destruídos em Oleshky , região de Kherson, Ucrânia controlada pela Rússia. 34ª Brigada de Fuzileiros Navais "Borysfen"/Divulgação via Reuters A evacuação de parte da população em Oleshky, no sul da Ucrânia e ocupada pela Rússia, e a distribuição de ajuda humanitária na cidade começaram nesta sexta-feira (30), afirmou uma autoridade de alto escalão do governo ucraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O número de moradores que planejam deixar Oleshky em direção a territórios sob controle ucraniano ainda estava incerto até a última atualização desta reportagem, afirmou feira o primeiro-ministro ucraniano, Serhii Koretskyi. Anteriormente, ele havia falado em 527 pessoas, porém voltou atrás. "Não há números exatos neste momento. A operação de resgate está em andamento, e os dados estão mudando", escreveu Koretskyi no Telegram. Ao mesmo tempo, o governo russo de Vladimir Putin afirmou que parte da população de Oleshky que sinalizou intenção de evacuar a cidade quer ir para a Rússia, e não para outra parte da Ucrânia. O governo Zelensky não havia se manifestado sobre essa afirmação até a última atualização desta reportagem. Agora no g1 Moradores de Oleshky estavam embarcando gradualmente em comboios humanitários para serem evacuados tanto para a Rússia quanto para a Ucrânia, a comissária russa para os direitos humanos, Yana Lantratova, que representa o Kremlin na cidade durante a trégua humanitária. "As pessoas que desejam viajar para a Federação Russa estão se reunindo aqui. Também há pessoas que desejam viajar para a Ucrânia. Todos terão a oportunidade de fazê-lo", afirmou. Oleshky fica na margem leste do Rio Dnipro, na região de Kherson, em frente à cidade de mesmo nome, que está sob controle das forças ucranianas. Tropas russas controlam Oleshky desde os primeiros dias da invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022. O cessar-fogo em Oleshky, que é localizado e não se aplica às demais regiões da Ucrânia, foi mediado pelo papa Leão XIV e pela primeira-dama dos EUA, Melania Trump. A trégua humanitária começou na terça-feira. O governo Trump afirmou que a trégua também se aplica a Kherson, cidade grande vizinha a Oleshky. Duas pessoas morreram na cidade desde o início do cessar-fogo por terem pisado em minas posicionadas anteriormente pelas tropas russas na região. Ambos os países afirmam que o cessar-fogo, previsto para durar terminar na segunda-feira (2), está sendo respeitado.

Imagem estática extraída de um vídeo de drone sem data, divulgado em 12 de setembro de 2026, mostra prédios destruídos em Oleshky , região de Kherson, Ucrânia controlada pela Rússia. 34ª Brigada de Fuzileiros Navais "Borysfen"/Divulgação via Reuters A evacuação de parte da população em Oleshky, no sul da Ucrânia e ocupada pela Rússia, e a distribuição de ajuda humanitária na cidade começaram nesta sexta-feira (30), afirmou uma autoridade de alto escalão do governo ucraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O número de moradores que planejam deixar Oleshky em direção a territórios sob controle ucraniano ainda estava incerto até a última atualização desta reportagem, afirmou feira o primeiro-ministro ucraniano, Serhii Koretskyi. Anteriormente, ele havia falado em 527 pessoas, porém voltou atrás. "Não há números exatos neste momento. A operação de resgate está em andamento, e os dados estão mudando", escreveu Koretskyi no Telegram. Ao mesmo tempo, o governo russo de Vladimir Putin afirmou que parte da população de Oleshky que sinalizou intenção de evacuar a cidade quer ir para a Rússia, e não para outra parte da Ucrânia. O governo Zelensky não havia se manifestado sobre essa afirmação até a última atualização desta reportagem. Agora no g1 Moradores de Oleshky estavam embarcando gradualmente em comboios humanitários para serem evacuados tanto para a Rússia quanto para a Ucrânia, a comissária russa para os direitos humanos, Yana Lantratova, que representa o Kremlin na cidade durante a trégua humanitária. "As pessoas que desejam viajar para a Federação Russa estão se reunindo aqui. Também há pessoas que desejam viajar para a Ucrânia. Todos terão a oportunidade de fazê-lo", afirmou. Oleshky fica na margem leste do Rio Dnipro, na região de Kherson, em frente à cidade de mesmo nome, que está sob controle das forças ucranianas. Tropas russas controlam Oleshky desde os primeiros dias da invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022. O cessar-fogo em Oleshky, que é localizado e não se aplica às demais regiões da Ucrânia, foi mediado pelo papa Leão XIV e pela primeira-dama dos EUA, Melania Trump. A trégua humanitária começou na terça-feira. O governo Trump afirmou que a trégua também se aplica a Kherson, cidade grande vizinha a Oleshky. Duas pessoas morreram na cidade desde o início do cessar-fogo por terem pisado em minas posicionadas anteriormente pelas tropas russas na região. Ambos os países afirmam que o cessar-fogo, previsto para durar terminar na segunda-feira (2), está sendo respeitado.
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