Netanyahu diz que não pretende estabelecer um prazo para o fim da guerra com o Irã
Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Reprodução/X/@netanyahu O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que não pretende "estabelecer um cronograma" para o fim da guerra com o Irã. A declaração aconteceu nesta segunda-feira (30), durante uma entrevista ao site norte-americano Newsmax. Netanyahu também afirmou que Israel e os Estados Unidos já atingiram mais da metade dos objetivos militares no conflito e que o foco agora é atingir o estoque de urânio enriquecido do Irã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp VÍDEO: adolescentes são vistos 'brincando' dentro de fragmento de míssil ao sul de Israel Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na conversa com o CEO da emissora, Christopher Ruddy, Netanyahu também elogiou o presidente dos EUA, Donald Trump, por ter “reconhecido cedo” a ameaça nuclear iraniana. O premiê afirmou ainda que o regime iraniano deve cair no futuro, apesar de negar que esse seja o objetivo da ofensiva atual. "Acho que esse regime pode colapsar internamente. Mas, neste momento, o que estamos fazendo é enfraquecer a capacidade militar, de mísseis e nuclear deles, além de pressionar o país por dentro", disse. Um mês de guerra e nenhum acordo à vista O presidente dos EUA, Donald Trump, fez nesta segunda-feira (30) novas ameaças contra alvos vitais para o regime iraniano caso um cessar-fogo não seja acordado "em breve". A pressão de Trump por um acordo ocorre ao mesmo tempo em que 2.500 fuzileiros americanos chegam ao Oriente Médio, insuflando temores de uma incursão terrestre. O Irã, por sua vez, disse que a proposta de Washington para finalizar a guerra entre os dois países é "fora da realidade e excessiva". "Não tivemos nenhuma negociação direta com os EUA até o momento. O que houve foram mensagens recebidas por meio de intermediários, indicando o interesse dos EUA em negociar", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei. No domingo (29), Trump disse que as negociações com Teerã estavam progredindo, o que contradiz a fala de Baghaei. O líder norte-americano disse ao jornal "Financial Times" no domingo que as negociações indiretas com Teerã, que ocorrem com intermédio do Paquistão, estavam avançando bem e afirmou que "um acordo pode ser feito rapidamente".

Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Reprodução/X/@netanyahu O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que não pretende "estabelecer um cronograma" para o fim da guerra com o Irã. A declaração aconteceu nesta segunda-feira (30), durante uma entrevista ao site norte-americano Newsmax. Netanyahu também afirmou que Israel e os Estados Unidos já atingiram mais da metade dos objetivos militares no conflito e que o foco agora é atingir o estoque de urânio enriquecido do Irã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp VÍDEO: adolescentes são vistos 'brincando' dentro de fragmento de míssil ao sul de Israel Veja os vídeos que estão em alta no g1 Na conversa com o CEO da emissora, Christopher Ruddy, Netanyahu também elogiou o presidente dos EUA, Donald Trump, por ter “reconhecido cedo” a ameaça nuclear iraniana. O premiê afirmou ainda que o regime iraniano deve cair no futuro, apesar de negar que esse seja o objetivo da ofensiva atual. "Acho que esse regime pode colapsar internamente. Mas, neste momento, o que estamos fazendo é enfraquecer a capacidade militar, de mísseis e nuclear deles, além de pressionar o país por dentro", disse. Um mês de guerra e nenhum acordo à vista O presidente dos EUA, Donald Trump, fez nesta segunda-feira (30) novas ameaças contra alvos vitais para o regime iraniano caso um cessar-fogo não seja acordado "em breve". A pressão de Trump por um acordo ocorre ao mesmo tempo em que 2.500 fuzileiros americanos chegam ao Oriente Médio, insuflando temores de uma incursão terrestre. O Irã, por sua vez, disse que a proposta de Washington para finalizar a guerra entre os dois países é "fora da realidade e excessiva". "Não tivemos nenhuma negociação direta com os EUA até o momento. O que houve foram mensagens recebidas por meio de intermediários, indicando o interesse dos EUA em negociar", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei. No domingo (29), Trump disse que as negociações com Teerã estavam progredindo, o que contradiz a fala de Baghaei. O líder norte-americano disse ao jornal "Financial Times" no domingo que as negociações indiretas com Teerã, que ocorrem com intermédio do Paquistão, estavam avançando bem e afirmou que "um acordo pode ser feito rapidamente".
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