ONU declara o tráfico de escravizados africanos 'o crime mais grave contra a humanidade'; EUA se opõem
O presidente de Gana, John Dramani Mahama, discursa na Assembleia Geral da ONU durante sessão para votação de resolução que considera o tráfico de escravizados africanos como o pior crime da humanidade, em 25 de março de 2026. Jeenah Moon/ Reuters A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou nesta quarta-feira (26) que o tráfico de africanos, quando cerca de 12,5 milhões de pessoas foram caputradas e vendidas para a escravidão nas Américas, foi o crime mais grave contra a humanidade. A declaração foi adotada após a assembleia votar e aprovar uma resolução na assembleia-geral que também exigem reparações. Apenas três países — Estados Unidos, Israel e Argentina — votaram contra a matéria. Representantes de outros 123 países apoiaram a medida, e 52 outros, entre eles o Reino Unido e países da União da Europeia como Portugal e Espanha, se abstiveram.

O presidente de Gana, John Dramani Mahama, discursa na Assembleia Geral da ONU durante sessão para votação de resolução que considera o tráfico de escravizados africanos como o pior crime da humanidade, em 25 de março de 2026. Jeenah Moon/ Reuters A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou nesta quarta-feira (26) que o tráfico de africanos, quando cerca de 12,5 milhões de pessoas foram caputradas e vendidas para a escravidão nas Américas, foi o crime mais grave contra a humanidade. A declaração foi adotada após a assembleia votar e aprovar uma resolução na assembleia-geral que também exigem reparações. Apenas três países — Estados Unidos, Israel e Argentina — votaram contra a matéria. Representantes de outros 123 países apoiaram a medida, e 52 outros, entre eles o Reino Unido e países da União da Europeia como Portugal e Espanha, se abstiveram.
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