Ormuz reaberto, impasse sobre urânio: o que avançou e o que está travando as negociações entre EUA e Irã
Irã reabre Estreito de Ormuz à navegação O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz. A declaração foi seguida por falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou não haver mais "pontos conflitantes" para um acordo entre os dois países. A versão, no entanto, é contestada por Teerã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra ▶️ Contexto: O Estreito de Ormuz se tornou um dos principais focos de tensão na guerra entre EUA, Israel e Irã. Boa parte do petróleo mundial, além de uma parcela relevante de fertilizantes, passa pela rota marítima. O fechamento pressionou a economia global. Ormuz fica entre o Irã e a Península Arábica e é, em grande parte, controlado por forças iranianas. No dia 7 de abril, Estados Unidos e Irã firmaram um cessar-fogo que previa a reabertura total da passagem. Mesmo assim, o estreito permaneceu fechado. Diante desse cenário, os EUA iniciaram um bloqueio naval contra navios em portos iranianos para pressionar a economia do país e forçar a abertura da rota. O Irã diz que a reabertura anunciada nesta sexta está ligada a um acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo libanês Hezbollah, em vigor desde quinta-feira (16), sem mencionar o bloqueio naval dos EUA. Ainda de acordo com o governo iraniano, todos os navios poderão circular livremente ao menos até 22 de abril, quando termina a trégua. Horas depois do anúncio, porém, declarações de Trump e do próprio governo iraniano levantaram dúvidas sobre a manutenção da abertura da rota marítima e sobre a proximidade de um acordo.

Irã reabre Estreito de Ormuz à navegação O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz. A declaração foi seguida por falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou não haver mais "pontos conflitantes" para um acordo entre os dois países. A versão, no entanto, é contestada por Teerã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra ▶️ Contexto: O Estreito de Ormuz se tornou um dos principais focos de tensão na guerra entre EUA, Israel e Irã. Boa parte do petróleo mundial, além de uma parcela relevante de fertilizantes, passa pela rota marítima. O fechamento pressionou a economia global. Ormuz fica entre o Irã e a Península Arábica e é, em grande parte, controlado por forças iranianas. No dia 7 de abril, Estados Unidos e Irã firmaram um cessar-fogo que previa a reabertura total da passagem. Mesmo assim, o estreito permaneceu fechado. Diante desse cenário, os EUA iniciaram um bloqueio naval contra navios em portos iranianos para pressionar a economia do país e forçar a abertura da rota. O Irã diz que a reabertura anunciada nesta sexta está ligada a um acordo de cessar-fogo entre Israel e o grupo libanês Hezbollah, em vigor desde quinta-feira (16), sem mencionar o bloqueio naval dos EUA. Ainda de acordo com o governo iraniano, todos os navios poderão circular livremente ao menos até 22 de abril, quando termina a trégua. Horas depois do anúncio, porém, declarações de Trump e do próprio governo iraniano levantaram dúvidas sobre a manutenção da abertura da rota marítima e sobre a proximidade de um acordo.
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