Papa pede retomada de negociações entre EUA e Irã e critica pena de morte
Papa Leão XIV em uma missa na Guiné Equatorial. Misper Apawu/AP O papa Leão XIV pediu nesta quinta-feira (23) que Estados Unidos e Irã retomem as negociações para encerrar a guerra. À bordo do avião papal, em sua volta ao Vaticano, após 11 dias de viagem pela África, ele também criticou a pena de morte. O pontífice afirmou ainda que os países têm o direito de controlar suas fronteiras, mas não devem tratar migrantes pior do que “animais”. A viagem do papa foi marcada por uma troca de críticas com Donald Trump, relacionada à guerra com o Irã. Logo no início, o papa disse que apenas pregava a paz e que não temia o governo americano, após ser acusado de ser brando com o crime. As críticas continuaram por dias, incluindo declarações do vice-presidente JD Vance. Vice de Trump disse que o papa deveria ter cuidado ao falar de teologia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Leão XIV tentou reduzir a tensão ao dizer que suas falas foram tiradas de contexto. A estratégia funcionou, e o tema perdeu força, permitindo que ele focasse na agenda africana. O papa também criticou o que chamou de “colonização” dos recursos naturais do continente africano por interesses estrangeiros e buscou transmitir uma mensagem de esperança aos fiéis. Ele também lamentou que a moral da Igreja seja frequentemente reduzida a temas ligados à sexualidade. Leão XIV falou com jornalistas ao deixar o continente africano, após uma viagem de 11 dias por quatro países. O roteiro incluiu Argélia, no norte, Angola, no sul, e Camarões, além da Guiné Equatorial. A viagem à África foi encerrada com uma missa final na capital da Guiné Equatorial. O giro foi um dos mais marcantes da história recente do papado.

Papa Leão XIV em uma missa na Guiné Equatorial. Misper Apawu/AP O papa Leão XIV pediu nesta quinta-feira (23) que Estados Unidos e Irã retomem as negociações para encerrar a guerra. À bordo do avião papal, em sua volta ao Vaticano, após 11 dias de viagem pela África, ele também criticou a pena de morte. O pontífice afirmou ainda que os países têm o direito de controlar suas fronteiras, mas não devem tratar migrantes pior do que “animais”. A viagem do papa foi marcada por uma troca de críticas com Donald Trump, relacionada à guerra com o Irã. Logo no início, o papa disse que apenas pregava a paz e que não temia o governo americano, após ser acusado de ser brando com o crime. As críticas continuaram por dias, incluindo declarações do vice-presidente JD Vance. Vice de Trump disse que o papa deveria ter cuidado ao falar de teologia. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Leão XIV tentou reduzir a tensão ao dizer que suas falas foram tiradas de contexto. A estratégia funcionou, e o tema perdeu força, permitindo que ele focasse na agenda africana. O papa também criticou o que chamou de “colonização” dos recursos naturais do continente africano por interesses estrangeiros e buscou transmitir uma mensagem de esperança aos fiéis. Ele também lamentou que a moral da Igreja seja frequentemente reduzida a temas ligados à sexualidade. Leão XIV falou com jornalistas ao deixar o continente africano, após uma viagem de 11 dias por quatro países. O roteiro incluiu Argélia, no norte, Angola, no sul, e Camarões, além da Guiné Equatorial. A viagem à África foi encerrada com uma missa final na capital da Guiné Equatorial. O giro foi um dos mais marcantes da história recente do papado.
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