Pelotão de fuzilamento: Estados Unidos terão primeira execução pública em 90 anos, diz site
Deputados dos EUA acusam governo Trump de tentar influenciar a eleição no Brasil O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quinta-feira (8) que o público poderá assistir à execução de Nidal Hasan, condenado por matar 13 pessoas em um ataque a tiros na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009. A aplicação da pena está marcada para 3 de dezembro e será realizada por um pelotão de fuzilamento, segundo o site "Axios". Em entrevista ao canal de TV Real America's Voice, Hegseth disse que o exército vai garantir que as pessoas possam acompanhar a execução. Segundo ele, a exposição pública serviria para mostrar que crimes deste tipo têm consequências graves nos EUA. Ainda não está claro se haverá espectadores no local ou se a execução será transmitida pela internet ou pela televisão. Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, em evento na base naval de Quantico, na Virgínia, em 30 de setembro de 2026. REUTERS/Evan Vucci/Pool Primeira execução militar em décadas O caso marcaria o primeiro fuzilamento militar nos Estados Unidos desde 1961. O último aconteceu com o solado Eddie Slovik, morto na França, em 1945, por deserção durante a Segunda Guerra Mundial, segundo a emissora NPR. O fuzilamento é um método raro de execução no país. Apenas cinco estados — Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah — autorizam essa prática, de acordo com o Centro de Informações sobre a Pena de Morte. Em 2025, a Carolina do Sul realizou sua primeira execução por fuzilamento. Foi a primeira vez em 15 anos que o método foi usado nos Estados Unidos. A última execução pública no país ocorreu em 1936, no Kentucky. Na ocasião, Rainey Bethea, um homem negro condenado por estuprar uma mulher branca, foi enforcado diante de uma multidão.

Deputados dos EUA acusam governo Trump de tentar influenciar a eleição no Brasil O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quinta-feira (8) que o público poderá assistir à execução de Nidal Hasan, condenado por matar 13 pessoas em um ataque a tiros na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009. A aplicação da pena está marcada para 3 de dezembro e será realizada por um pelotão de fuzilamento, segundo o site "Axios". Em entrevista ao canal de TV Real America's Voice, Hegseth disse que o exército vai garantir que as pessoas possam acompanhar a execução. Segundo ele, a exposição pública serviria para mostrar que crimes deste tipo têm consequências graves nos EUA. Ainda não está claro se haverá espectadores no local ou se a execução será transmitida pela internet ou pela televisão. Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, em evento na base naval de Quantico, na Virgínia, em 30 de setembro de 2026. REUTERS/Evan Vucci/Pool Primeira execução militar em décadas O caso marcaria o primeiro fuzilamento militar nos Estados Unidos desde 1961. O último aconteceu com o solado Eddie Slovik, morto na França, em 1945, por deserção durante a Segunda Guerra Mundial, segundo a emissora NPR. O fuzilamento é um método raro de execução no país. Apenas cinco estados — Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah — autorizam essa prática, de acordo com o Centro de Informações sobre a Pena de Morte. Em 2025, a Carolina do Sul realizou sua primeira execução por fuzilamento. Foi a primeira vez em 15 anos que o método foi usado nos Estados Unidos. A última execução pública no país ocorreu em 1936, no Kentucky. Na ocasião, Rainey Bethea, um homem negro condenado por estuprar uma mulher branca, foi enforcado diante de uma multidão.
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