Por que reabrir do Estreito de Ormuz é mais complexo do que liberar rodovia
Navios são vistos no Estreito de Ormuz, em Musandam, em Omã, no dia 16 de junho de 2026 Reuters Apesar da expectativa positiva dos mercados financeiros, a presença de minas navais e a própria fragilidade do acordo entre EUA e Irã indicam que situação deve demorar para retornar ao normal. Estados Unidos e Irã anunciaram neste domingo (14) um acordo preliminar para encerrar a guerra entre os dois países. O primeiro ponto destacado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do suprimento mundial de petróleo.

Navios são vistos no Estreito de Ormuz, em Musandam, em Omã, no dia 16 de junho de 2026 Reuters Apesar da expectativa positiva dos mercados financeiros, a presença de minas navais e a própria fragilidade do acordo entre EUA e Irã indicam que situação deve demorar para retornar ao normal. Estados Unidos e Irã anunciaram neste domingo (14) um acordo preliminar para encerrar a guerra entre os dois países. O primeiro ponto destacado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi a reabertura do Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do suprimento mundial de petróleo.
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