Porta-aviões dos EUA chega ao Oriente Médio para monitorar Irã ‘muito de perto’
Irã: ONU abre investigação e pede 'fim da repressão' O grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln chegou ao Oriente Médio, informou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) nesta segunda-feira (26). A movimentação reforça a presença americana na região em meio a tensões elevadas com o Irã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O porta-aviões e os navios que o acompanham foram enviados enquanto o Irã reprimia manifestações em larga escala. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tenha avançando com uma ação militar contra Teerã, ele insiste que todas as opções continuam na mesa. “Temos muitos navios indo naquela direção, só por precaução. Temos uma grande flotilha seguindo para lá. Vamos ver o que acontece”, disse Trump em 22 de janeiro. “Prefiro que nada aconteça, mas estamos observando o país muito de perto.” Nesta segunda, o Centcom informou que o Grupo de Ataque do Porta-Aviões Abraham Lincoln está destacado no Oriente Médio para promover a segurança e a estabilidade regional. O comando é responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio e em partes da Ásia Central. Os protestos que abalaram o Irã começaram no fim de dezembro, em atos contra o aumento do custo de vida. O movimento, no entanto, passou a questionar o regime teocrático instaurado após a Revolução de 1979. Um grupo de direitos humanos sediado nos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira que cerca de 6.000 pessoas morreram durante a repressão às manifestações no Irã. Trump alertou repetidamente que os Estados Unidos poderiam intervir militarmente caso Teerã continuasse a matar manifestantes. O presidente também incentivou iranianos a assumir o controle das instituições estatais. “A ajuda está a caminho”, afirmou. Apesar disso, não ordenou ataques depois de dizer que Teerã suspendeu mais de 800 execuções após pressão dos EUA. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, advertiu contra uma eventual intervenção estrangeira e afirmou que o país confia “em suas próprias capacidades”. “A chegada de um navio de guerra desse tipo não afetará a determinação e a seriedade do Irã em defender a nação”, disse, em referência ao USS Abraham Lincoln. LEIA TAMBÉM Lula conversa com Trump por telefone sobre situação na Venezuela e combinam visita a Washington Homens armados disparam mais de 100 tiros e matam 11 pessoas dentro de campo após jogo de futebol no México Trump conversa com governador de Minnesota após morte de cidadão americano em Minneapolis Os porta-aviões USS Abraham Lincoln e um B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos realizaram manobras conjuntas em junho de 2019 Brian M. Wilbur/Forças Armadas dos EUA VÍDEOS: mais assistidos do g1

Irã: ONU abre investigação e pede 'fim da repressão' O grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln chegou ao Oriente Médio, informou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) nesta segunda-feira (26). A movimentação reforça a presença americana na região em meio a tensões elevadas com o Irã. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O porta-aviões e os navios que o acompanham foram enviados enquanto o Irã reprimia manifestações em larga escala. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tenha avançando com uma ação militar contra Teerã, ele insiste que todas as opções continuam na mesa. “Temos muitos navios indo naquela direção, só por precaução. Temos uma grande flotilha seguindo para lá. Vamos ver o que acontece”, disse Trump em 22 de janeiro. “Prefiro que nada aconteça, mas estamos observando o país muito de perto.” Nesta segunda, o Centcom informou que o Grupo de Ataque do Porta-Aviões Abraham Lincoln está destacado no Oriente Médio para promover a segurança e a estabilidade regional. O comando é responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio e em partes da Ásia Central. Os protestos que abalaram o Irã começaram no fim de dezembro, em atos contra o aumento do custo de vida. O movimento, no entanto, passou a questionar o regime teocrático instaurado após a Revolução de 1979. Um grupo de direitos humanos sediado nos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira que cerca de 6.000 pessoas morreram durante a repressão às manifestações no Irã. Trump alertou repetidamente que os Estados Unidos poderiam intervir militarmente caso Teerã continuasse a matar manifestantes. O presidente também incentivou iranianos a assumir o controle das instituições estatais. “A ajuda está a caminho”, afirmou. Apesar disso, não ordenou ataques depois de dizer que Teerã suspendeu mais de 800 execuções após pressão dos EUA. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, advertiu contra uma eventual intervenção estrangeira e afirmou que o país confia “em suas próprias capacidades”. “A chegada de um navio de guerra desse tipo não afetará a determinação e a seriedade do Irã em defender a nação”, disse, em referência ao USS Abraham Lincoln. LEIA TAMBÉM Lula conversa com Trump por telefone sobre situação na Venezuela e combinam visita a Washington Homens armados disparam mais de 100 tiros e matam 11 pessoas dentro de campo após jogo de futebol no México Trump conversa com governador de Minnesota após morte de cidadão americano em Minneapolis Os porta-aviões USS Abraham Lincoln e um B-52H Stratofortress da Força Aérea dos Estados Unidos realizaram manobras conjuntas em junho de 2019 Brian M. Wilbur/Forças Armadas dos EUA VÍDEOS: mais assistidos do g1
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