Premiê do Japão diz que 'somente Trump pode alcançar a paz no mundo' em encontro em meio à guerra no Irã
Sanae Takaichi e Donald Trump na Casa Branca Foto por JIM WATSON / AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, na Casa Branca, nesta quinta-feira (19). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: acompanhe todas as notícias sobre a guerra no Irã Trump começou o encontro elogiando a premiê, que chamou de "grande mulher", e disse que era uma honra recebê-la. Ele anunciou que os dois vão conversar sobre parcerias comerciais e sobre um possível auxílio de Tóquio na guerra contra o Irã. Logo depois, ao começar a falar, Takaichi afirmou que condena os ataques iranianos no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz. Também devolveu os elogios e afirmou: "Eu realmente acredito que somente você, Trump, pode alcançar a paz no mundo". Questionado por um dos jornalistas presentes sobre as tensões causadas pelos ataques de ambos os lados à infraestrutura energética do Oriente Médio, Trump disse ter pedido ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para não atacar campo de gás iraniano. Segundo fontes anônimas do governo israelense, no entanto, bombardeio foi coordenado com os EUA. Sobre a crise econômica mundial causada pela escalada do conflito, com a disparada do preço do petróleo, ele minimizou: "Achava que o impacto seria pior, mas acabará em breve". Ele também confirmou que seu governo pedirá uma verba extra de US$ 200 bilhões ao Congresso dos EUA para seguir a guerra e afirmou que não enviará tropas ao Oriente Médio. Perguntado sobre o anúncio do Japão e países europeus sobre a mudança de postura em relação à defesa do Estreito de Ormuz, Trump falou: "Não precisamos nada de ninguém, mas é apropriado. Estamos defendendo o estreito por todos os outros". Japão e países europeus 'prontos' para ajudar a liberar Estreito de Ormuz Ataque israelense provoca incêndio no campo de gás South Pars, no Irã Após rejeitar o pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz, países europeus e o Japão disseram nesta quinta-feira (19) que estão "prontos" para se juntar aos "esforços" para liberar a passagem pelo canal marítimo. Em um comunicado conjunto, governos de Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão afirmaram ainda que vão tomar medidas para estabilizar o mercado de energia, afetado pelos ataques do Irã a infraestruturas no Golfo Pérsico. "Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando". A nota é um aceno ao governo de Donald Trump, que havia criticado os aliados após eles negarem o pedido por embarcações militares para escoltar navios comerciais no estreito. Nesta quinta-feira (19), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, chamou os países europeus de "ingratos". Estreito de Ormuz Arte/g1 O comunicado, no entanto, não especifica de que forma os países ajudariam no Estreito de Ormuz, uma via marítima no Oriente Médio por onde circulam navios transportando cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo.

Sanae Takaichi e Donald Trump na Casa Branca Foto por JIM WATSON / AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, na Casa Branca, nesta quinta-feira (19). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: acompanhe todas as notícias sobre a guerra no Irã Trump começou o encontro elogiando a premiê, que chamou de "grande mulher", e disse que era uma honra recebê-la. Ele anunciou que os dois vão conversar sobre parcerias comerciais e sobre um possível auxílio de Tóquio na guerra contra o Irã. Logo depois, ao começar a falar, Takaichi afirmou que condena os ataques iranianos no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz. Também devolveu os elogios e afirmou: "Eu realmente acredito que somente você, Trump, pode alcançar a paz no mundo". Questionado por um dos jornalistas presentes sobre as tensões causadas pelos ataques de ambos os lados à infraestrutura energética do Oriente Médio, Trump disse ter pedido ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, para não atacar campo de gás iraniano. Segundo fontes anônimas do governo israelense, no entanto, bombardeio foi coordenado com os EUA. Sobre a crise econômica mundial causada pela escalada do conflito, com a disparada do preço do petróleo, ele minimizou: "Achava que o impacto seria pior, mas acabará em breve". Ele também confirmou que seu governo pedirá uma verba extra de US$ 200 bilhões ao Congresso dos EUA para seguir a guerra e afirmou que não enviará tropas ao Oriente Médio. Perguntado sobre o anúncio do Japão e países europeus sobre a mudança de postura em relação à defesa do Estreito de Ormuz, Trump falou: "Não precisamos nada de ninguém, mas é apropriado. Estamos defendendo o estreito por todos os outros". Japão e países europeus 'prontos' para ajudar a liberar Estreito de Ormuz Ataque israelense provoca incêndio no campo de gás South Pars, no Irã Após rejeitar o pedido do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para enviar navios militares ao Estreito de Ormuz, países europeus e o Japão disseram nesta quinta-feira (19) que estão "prontos" para se juntar aos "esforços" para liberar a passagem pelo canal marítimo. Em um comunicado conjunto, governos de Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão afirmaram ainda que vão tomar medidas para estabilizar o mercado de energia, afetado pelos ataques do Irã a infraestruturas no Golfo Pérsico. "Expressamos nossa prontidão em contribuir com os esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito", diz a declaração. "Saudamos o compromisso das nações que estão se engajando". A nota é um aceno ao governo de Donald Trump, que havia criticado os aliados após eles negarem o pedido por embarcações militares para escoltar navios comerciais no estreito. Nesta quinta-feira (19), o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, chamou os países europeus de "ingratos". Estreito de Ormuz Arte/g1 O comunicado, no entanto, não especifica de que forma os países ajudariam no Estreito de Ormuz, uma via marítima no Oriente Médio por onde circulam navios transportando cerca de 20% de todo o petróleo consumido no mundo.
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