Resgate de piloto no Irã envolveu 155 aeronaves e ações para despistar iranianos, diz Trump
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao lado da primeira-dama dos EUA, Melania Trump, comem chocolate durante evento de Páscoa na Casa Branca, em 6 de abril de 2026. Mark Schiefelbein/ AP O resgate do piloto norte-americano que desapareceu em território iraniano após seu avião ser alvejado por forças do Irã foi um dos mais complexos da história dos Estados Unidos, disse nesta segunda-feira (6) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em pronunciamento, Trump detalhou a operação, ocorrida ao longo do fim de semana — o piloto havia desaparecido na quinta-feira, após ejetar durante um ataque do Irã que alvejou o avião militar em que ele estava e que sobrevoava o território iraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra Ao todo, segundo Trump, a operação envolveu: 200 militares; 155 aeronaves, entre elas: quatro bombardeiros, 64 caças, 48 aviões-tanque de reabastecimento e 13 aeronaves de resgate; Troca de tiros com combatentes iranianos durante as buscas; Táticas para "enganar" forças do Irã. Entre os aviões, a maioria serviu para "despistar" forças iranianas que também buscavam o piloto norte-americano desaparecido, segundo o presidente norte-americano. "Queríamos que eles pensassem que ele (o piloto) estava em um local diferente, porque havia uma vasta força militar lá, milhares e milhares de pessoas procurando. Então estávamos levando-os para todos os lados, e muito disso foi subterfúgio", disse Trump. O piloto foi resgatado no domingo, segundo o próprio presidente norte-americano noticiou. Washington disse que o soldado havia sido resgatado em estado grave. 'São animais' Mais cedo, Trump se referiu aos iranianos como animais. Trump deu a declaração ao ser questionado se estaria cometendo um crime de guerra se atacar estruturas civis do país "Não, porque eles são animais", disse Trump durante conversa com repórteres em um evento de Páscoa na Casa Branca. "Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)". No domingo (5), em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que vai atacar infraestrutura civil caso o governo iraniano não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até a terça-feira (7). O governo iraniano, segundo agências de notícias do país, expressou preocupação de que os ataques podem constituir um crime de guerra.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao lado da primeira-dama dos EUA, Melania Trump, comem chocolate durante evento de Páscoa na Casa Branca, em 6 de abril de 2026. Mark Schiefelbein/ AP O resgate do piloto norte-americano que desapareceu em território iraniano após seu avião ser alvejado por forças do Irã foi um dos mais complexos da história dos Estados Unidos, disse nesta segunda-feira (6) o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em pronunciamento, Trump detalhou a operação, ocorrida ao longo do fim de semana — o piloto havia desaparecido na quinta-feira, após ejetar durante um ataque do Irã que alvejou o avião militar em que ele estava e que sobrevoava o território iraniano. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra Ao todo, segundo Trump, a operação envolveu: 200 militares; 155 aeronaves, entre elas: quatro bombardeiros, 64 caças, 48 aviões-tanque de reabastecimento e 13 aeronaves de resgate; Troca de tiros com combatentes iranianos durante as buscas; Táticas para "enganar" forças do Irã. Entre os aviões, a maioria serviu para "despistar" forças iranianas que também buscavam o piloto norte-americano desaparecido, segundo o presidente norte-americano. "Queríamos que eles pensassem que ele (o piloto) estava em um local diferente, porque havia uma vasta força militar lá, milhares e milhares de pessoas procurando. Então estávamos levando-os para todos os lados, e muito disso foi subterfúgio", disse Trump. O piloto foi resgatado no domingo, segundo o próprio presidente norte-americano noticiou. Washington disse que o soldado havia sido resgatado em estado grave. 'São animais' Mais cedo, Trump se referiu aos iranianos como animais. Trump deu a declaração ao ser questionado se estaria cometendo um crime de guerra se atacar estruturas civis do país "Não, porque eles são animais", disse Trump durante conversa com repórteres em um evento de Páscoa na Casa Branca. "Não estou preocupado sobre os alertas por alvejar infraestrutura civil (no Irã)". No domingo (5), em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que vai atacar infraestrutura civil caso o governo iraniano não reabra totalmente o Estreito de Ormuz até a terça-feira (7). O governo iraniano, segundo agências de notícias do país, expressou preocupação de que os ataques podem constituir um crime de guerra.
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