Tiros em jantar com Trump: prisão perpétua é a pena mais provável, assim como a de atiradoras de 1975, analisa advogado
Lynette Fromme, à esqueda, Cole Tomas Allen, no centro e Sara Jane Moore, à direita Montagem g1/Wikimedia Commons/Reprodução/Redes Sociais Um homem abriu fogo no prédio onde ocorria o jantar anual de correspondentes da Casa Branca no último fim de semana, com a presença de Donald Trump. O suspeito foi formalmente acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos — crime que, para leigos, poderia levar à pena de morte. No entanto, o cenário mais provável é de que ele seja condenado à prisão perpétua.

Lynette Fromme, à esqueda, Cole Tomas Allen, no centro e Sara Jane Moore, à direita Montagem g1/Wikimedia Commons/Reprodução/Redes Sociais Um homem abriu fogo no prédio onde ocorria o jantar anual de correspondentes da Casa Branca no último fim de semana, com a presença de Donald Trump. O suspeito foi formalmente acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos — crime que, para leigos, poderia levar à pena de morte. No entanto, o cenário mais provável é de que ele seja condenado à prisão perpétua.
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