Trump diz que não quer afastar Rússia de negociações e acusa Zelensky de prolongar guerra

Vladimir Putin, Donald Trump e Volodymyr Zelensky. Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (18) que não quer adotar medidas que afastem a Rússia das negociações para encerrar a guerra na Ucrânia. Em publicação na rede social Truth Social, ele voltou a justificar a suspensão de sanções e tarifas contra Moscou e criticou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a quem acusou de não querer acabar com o conflito. Trump afirmou que sua decisão sobre as medidas contra a Rússia é simples porque seu governo está tentando negociar a paz. Segundo ele, assinar a legislação que prevê as sanções neste momento poderia prejudicar as conversas. "Minha decisão sobre a Rússia é muito simples. Estou em processo de negociação da paz na guerra entre Rússia e Ucrânia e não quero fazer nada que, de maneira insensata, afaste a Rússia da mesa de negociações. Grandes avanços estão sendo feitos, e isso inclui as atuais negociações sobre reféns!" O presidente também disse que poderá assinar o documento mais adiante, sem estabelecer uma data para uma eventual mudança de posição. A declaração ocorre depois de Trump suspender, na sexta-feira (16), a aplicação de sanções e tarifas previstas na chamada Lei Graham. As medidas deveriam entrar em vigor na semana seguinte e incluíam tarifas sobre produtos russos e penalidades a países que compram petróleo e gás da Rússia. No sábado (17), o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que Trump pretende usar um período de até 60 dias para avaliar os efeitos econômicos das medidas. Segundo Rubio, a análise considera possíveis impactos tanto sobre a economia global quanto sobre a dos Estados Unidos. *Reportagem em atualização

Oct 18, 2026 - 17:59
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Trump diz que não quer afastar Rússia de negociações e acusa Zelensky de prolongar guerra

Vladimir Putin, Donald Trump e Volodymyr Zelensky. Sputnik/Gavriil Grigorov/Pool via REUTERS, Reuters e Genya Savilov/AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (18) que não quer adotar medidas que afastem a Rússia das negociações para encerrar a guerra na Ucrânia. Em publicação na rede social Truth Social, ele voltou a justificar a suspensão de sanções e tarifas contra Moscou e criticou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a quem acusou de não querer acabar com o conflito. Trump afirmou que sua decisão sobre as medidas contra a Rússia é simples porque seu governo está tentando negociar a paz. Segundo ele, assinar a legislação que prevê as sanções neste momento poderia prejudicar as conversas. "Minha decisão sobre a Rússia é muito simples. Estou em processo de negociação da paz na guerra entre Rússia e Ucrânia e não quero fazer nada que, de maneira insensata, afaste a Rússia da mesa de negociações. Grandes avanços estão sendo feitos, e isso inclui as atuais negociações sobre reféns!" O presidente também disse que poderá assinar o documento mais adiante, sem estabelecer uma data para uma eventual mudança de posição. A declaração ocorre depois de Trump suspender, na sexta-feira (16), a aplicação de sanções e tarifas previstas na chamada Lei Graham. As medidas deveriam entrar em vigor na semana seguinte e incluíam tarifas sobre produtos russos e penalidades a países que compram petróleo e gás da Rússia. No sábado (17), o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que Trump pretende usar um período de até 60 dias para avaliar os efeitos econômicos das medidas. Segundo Rubio, a análise considera possíveis impactos tanto sobre a economia global quanto sobre a dos Estados Unidos. *Reportagem em atualização

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