Ucrânia não conseguiu derrubar nenhum dos 23 mísseis balísticos lançados pela Rússia
Rússia lança nova onda de mísseis e drones contra Kiev O sistema antimísseis da Ucrânia falhou na madrugada desta segunda-feira (6) e deixou a capital do país, Kiev, desprotegida. A Rússia bombardeou a cidade com mísseis e drones matando pelo menos 12 pessoas, segundo autoridades locais. Dados da Força Aérea da Ucrânia mostraram que o país não conseguiu derrubar nenhum dos 23 mísseis balísticos disparados pela Rússia, destacando a grave escassez de interceptores norte-americanos. Moscou intensificou sua guerra aérea este ano, à medida que seu avanço no campo de batalha desacelerou. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O intenso bombardeio durante a madrugada ocorreu antes da cúpula da Otan na Turquia nesta semana, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, deve se reunir com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para dar um novo impulso à tentativa de pôr fim à guerra, que já está em seu quinto ano. Escassez de interceptadores A Ucrânia vive uma escassez de interceptores norte-americanos poucos dias após o ataque mais mortal deste ano. O sistema de defesa do país, o Patriot, foi enviado ao país pelos EUA em 2025. Trata-se de um dos mais avançados sistemas antimísseis do mundo. É considerado um poderoso "escudo" do Ocidente, e seu uso na Ucrânia já foi taxado de "uma provocação" pelo governo russo.

Rússia lança nova onda de mísseis e drones contra Kiev O sistema antimísseis da Ucrânia falhou na madrugada desta segunda-feira (6) e deixou a capital do país, Kiev, desprotegida. A Rússia bombardeou a cidade com mísseis e drones matando pelo menos 12 pessoas, segundo autoridades locais. Dados da Força Aérea da Ucrânia mostraram que o país não conseguiu derrubar nenhum dos 23 mísseis balísticos disparados pela Rússia, destacando a grave escassez de interceptores norte-americanos. Moscou intensificou sua guerra aérea este ano, à medida que seu avanço no campo de batalha desacelerou. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O intenso bombardeio durante a madrugada ocorreu antes da cúpula da Otan na Turquia nesta semana, onde o presidente dos EUA, Donald Trump, deve se reunir com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para dar um novo impulso à tentativa de pôr fim à guerra, que já está em seu quinto ano. Escassez de interceptadores A Ucrânia vive uma escassez de interceptores norte-americanos poucos dias após o ataque mais mortal deste ano. O sistema de defesa do país, o Patriot, foi enviado ao país pelos EUA em 2025. Trata-se de um dos mais avançados sistemas antimísseis do mundo. É considerado um poderoso "escudo" do Ocidente, e seu uso na Ucrânia já foi taxado de "uma provocação" pelo governo russo.
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