VÍDEO: Ucrânia mostra ataque com drones a instalações militares da Rússia
Ucrânia mostra ataque com drones a instalações militares da Rússia A Ucrânia fez uma série de ataques com drone à cidade de São Petersburgo, na Rússia, nesta quarta-feira (3). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A ofensiva, que atingiu áreas militares e de infraestrutura russas, ocorreu horas antes do início do fórum econômico anual promovido por Moscou para atrair investimentos estrangeiros, em uma clara tentativa de constranger o chefe do Kremlin. Um dos alvos atingidos foi uma instalação militar em Kronstadt, numa ilha próxima à cidade. Kiev divulgou imagens dos drones bombardeando a base naval (veja no vídeo acima). O outro local atingido foi um terminal de petróleo. Um vídeo postado nas redes sociais mostra colunas de fumaça subindo ao ar e explosões ecoando no horizonte. No Telegram, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez questão de destacar que os alvos escolhidos são "puramente" militares, uma resposta clara às acusações que vêm sendo feitas pela Rússia, de ataques ucranianos a áreas civis. Rússia fez ofensiva um dia antes Ataques aéreos da Rússia em várias cidades da Ucrânia deixam mortos Um dia antes, na madrugada desta terça-feira (2), a Rússia lançou vários ataques aéreos contra a Ucrânia. De acordo o último balanço atualizado pelas autoridades ucranianas, 22 pessoas morreram e 138 ficaram feridas na ação que atingiu 38 locais em diferentes partes do país. Foi o o terceiro grande ataque à capital da Ucrânia, Kiev, em menos de um mês. Em Dnipro, a quarta maior cidade do país, que também foi fortemente atacada, equipes de resgate que trabalhavam nos escombros de prédios residenciais retiraram os corpos de uma criança de 3 anos, bem como os de uma mulher e seu filho de 8 anos. Olena Dniprovska, ferida, senta-se no quintal de sua casa danificada após um ataque russo em Kiev AP/Evgeniy Maloletka A Rússia afirmou que a megaoperação foi uma resposta ao que chamou de "atos terroristas" e que a guerra entre os dois países entrou em "um novo paradigma", depois que as forças armadas ucranianas fizeram ataques contra civis russos. Em comunicado divulgado horas após os ataques aéreos, que deixaram pelo menos 22 mortos e atingiram várias cidades ucranianas, o Ministério da Defesa russa afirmou ter utilizado mísseis hipersônicos e drones para atacar sete regiões da Ucrânia, atingindo locais úteis às forças armadas ucranianas, como instalações de combustível e transporte e aeródromos militares. "Durante a noite, em resposta aos atos terroristas do regime de Kiev, as forças armadas da Federação Russa realizaram um ataque massivo utilizando armamento de alta precisão e longo alcance, baseado em aeronaves, terra e mar", detalhou. Entre os "atos terroristas" citados pelo Kremlin estão um ataque de drone a um dormitório estudantil em Luhansk, cidade controlada pela Rússia no leste da Ucrânia, no último dia 22. O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu retaliação após a morte de 18 pessoas. Nesta terça, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia também acusou a Ucrânia de tentar desestabilizar a região do Mar Negro com ataques de drones, tanto no mar quanto no ar, contra embarcações civis, ataques que, segundo o ministério, Kiev atribuiu falsamente à Rússia. Explosão após ataque à prédios residenciais em Kiev, capital da Ucrânia. Eugene Kotenko / AFP Sistemas de defesa aérea foram acionados para repelir os bombardeios contra a capital, Kiev, e moradores foram orientados a procurar por abrigos, como estações de metrô. Cerca de 140 mil moradores da cidade estão sem energia. As forças de segurança da Ucrânia divulgaram uma nota informando que a Rússia lançou 73 mísseis e 656 drones no país. Para combater o ataque, o exército ucraniano utilizou 40 mísseis e 602 drones. Na semana passada, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, enviou uma carta ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao Congresso, solicitando sistemas de defesa aérea. Até esta segunda-feira (1º), autoridades informaram que ele não havia recebido resposta. Uma mulher observa um prédio danificado durante ataques com mísseis e drones russos, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev Thomas Peter / Reuters Uma mulher segura uma criança no local dos ataques com mísseis e drones russos, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev. Valentyn Ogirenko / Reuters

Ucrânia mostra ataque com drones a instalações militares da Rússia A Ucrânia fez uma série de ataques com drone à cidade de São Petersburgo, na Rússia, nesta quarta-feira (3). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A ofensiva, que atingiu áreas militares e de infraestrutura russas, ocorreu horas antes do início do fórum econômico anual promovido por Moscou para atrair investimentos estrangeiros, em uma clara tentativa de constranger o chefe do Kremlin. Um dos alvos atingidos foi uma instalação militar em Kronstadt, numa ilha próxima à cidade. Kiev divulgou imagens dos drones bombardeando a base naval (veja no vídeo acima). O outro local atingido foi um terminal de petróleo. Um vídeo postado nas redes sociais mostra colunas de fumaça subindo ao ar e explosões ecoando no horizonte. No Telegram, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez questão de destacar que os alvos escolhidos são "puramente" militares, uma resposta clara às acusações que vêm sendo feitas pela Rússia, de ataques ucranianos a áreas civis. Rússia fez ofensiva um dia antes Ataques aéreos da Rússia em várias cidades da Ucrânia deixam mortos Um dia antes, na madrugada desta terça-feira (2), a Rússia lançou vários ataques aéreos contra a Ucrânia. De acordo o último balanço atualizado pelas autoridades ucranianas, 22 pessoas morreram e 138 ficaram feridas na ação que atingiu 38 locais em diferentes partes do país. Foi o o terceiro grande ataque à capital da Ucrânia, Kiev, em menos de um mês. Em Dnipro, a quarta maior cidade do país, que também foi fortemente atacada, equipes de resgate que trabalhavam nos escombros de prédios residenciais retiraram os corpos de uma criança de 3 anos, bem como os de uma mulher e seu filho de 8 anos. Olena Dniprovska, ferida, senta-se no quintal de sua casa danificada após um ataque russo em Kiev AP/Evgeniy Maloletka A Rússia afirmou que a megaoperação foi uma resposta ao que chamou de "atos terroristas" e que a guerra entre os dois países entrou em "um novo paradigma", depois que as forças armadas ucranianas fizeram ataques contra civis russos. Em comunicado divulgado horas após os ataques aéreos, que deixaram pelo menos 22 mortos e atingiram várias cidades ucranianas, o Ministério da Defesa russa afirmou ter utilizado mísseis hipersônicos e drones para atacar sete regiões da Ucrânia, atingindo locais úteis às forças armadas ucranianas, como instalações de combustível e transporte e aeródromos militares. "Durante a noite, em resposta aos atos terroristas do regime de Kiev, as forças armadas da Federação Russa realizaram um ataque massivo utilizando armamento de alta precisão e longo alcance, baseado em aeronaves, terra e mar", detalhou. Entre os "atos terroristas" citados pelo Kremlin estão um ataque de drone a um dormitório estudantil em Luhansk, cidade controlada pela Rússia no leste da Ucrânia, no último dia 22. O presidente russo, Vladimir Putin, prometeu retaliação após a morte de 18 pessoas. Nesta terça, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia também acusou a Ucrânia de tentar desestabilizar a região do Mar Negro com ataques de drones, tanto no mar quanto no ar, contra embarcações civis, ataques que, segundo o ministério, Kiev atribuiu falsamente à Rússia. Explosão após ataque à prédios residenciais em Kiev, capital da Ucrânia. Eugene Kotenko / AFP Sistemas de defesa aérea foram acionados para repelir os bombardeios contra a capital, Kiev, e moradores foram orientados a procurar por abrigos, como estações de metrô. Cerca de 140 mil moradores da cidade estão sem energia. As forças de segurança da Ucrânia divulgaram uma nota informando que a Rússia lançou 73 mísseis e 656 drones no país. Para combater o ataque, o exército ucraniano utilizou 40 mísseis e 602 drones. Na semana passada, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, enviou uma carta ao presidente dos EUA, Donald Trump, e ao Congresso, solicitando sistemas de defesa aérea. Até esta segunda-feira (1º), autoridades informaram que ele não havia recebido resposta. Uma mulher observa um prédio danificado durante ataques com mísseis e drones russos, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev Thomas Peter / Reuters Uma mulher segura uma criança no local dos ataques com mísseis e drones russos, em meio ao ataque da Rússia à Ucrânia, em Kiev. Valentyn Ogirenko / Reuters
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