A lei de Israel que prevê enforcamento para palestinos; MAPA mostra onde a pena de morte é aplicada
Ben Gvir usa pin de forca e traz champagne para votação de pena de morte a palestinos O Parlamento de Israel aprovou na segunda-feira (30) uma lei que prevê pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Logo após a aprovação, organizações de direitos humanos de Israel e de países europeus condenaram a proposta. Grupos israelenses também entraram com petições na Suprema Corte do país para tentar barrar a lei. A norma prevê pena de morte por enforcamento. O método foi escolhido após a Associação Médica de Israel (IMA, na sigla em inglês) se posicionar contra a pena de morte e dizer que não aplicaria injeções letais nesses casos. Os defensores da lei, inclusive, usam um broche com um símbolo de forca. O ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, estava com o broche quando comemorou a aprovação da lei estourando champanhe no Parlamento (veja no vídeo acima). Eles defendem que a pena de morte vai impedir que palestinos façam ataques mortais contra israelenses. Mas organizações de direitos humanos negam que a pena de morte tenha esse efeito. A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que "o enforcamento equivale a tortura ou outra punição cruel, desumana ou degradante, de acordo com o direito internacional". Uma pessoa pode demorar até 45 minutos para morrer com o método, segundo a Death Penalty Information Center, organização norte-americana sem fins lucrativos. O Conselho Europeu, órgão da União Europeia, chamou a lei de “grave retrocesso” e afirmou estar "profundamente preocupado com seu o caráter discriminatório" (veja mais abaixo). Pena de morte ao redor do mundo A pena de morte é aplicada em 46 países, segundo dados de 2025 da organização Juntos Contra a Pena de Morte (ECPM, na sigla em francês), veja no mapa abaixo. Na Europa, o único país que ainda adota essa prática é Belarus.

Ben Gvir usa pin de forca e traz champagne para votação de pena de morte a palestinos O Parlamento de Israel aprovou na segunda-feira (30) uma lei que prevê pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Logo após a aprovação, organizações de direitos humanos de Israel e de países europeus condenaram a proposta. Grupos israelenses também entraram com petições na Suprema Corte do país para tentar barrar a lei. A norma prevê pena de morte por enforcamento. O método foi escolhido após a Associação Médica de Israel (IMA, na sigla em inglês) se posicionar contra a pena de morte e dizer que não aplicaria injeções letais nesses casos. Os defensores da lei, inclusive, usam um broche com um símbolo de forca. O ministro de Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, estava com o broche quando comemorou a aprovação da lei estourando champanhe no Parlamento (veja no vídeo acima). Eles defendem que a pena de morte vai impedir que palestinos façam ataques mortais contra israelenses. Mas organizações de direitos humanos negam que a pena de morte tenha esse efeito. A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que "o enforcamento equivale a tortura ou outra punição cruel, desumana ou degradante, de acordo com o direito internacional". Uma pessoa pode demorar até 45 minutos para morrer com o método, segundo a Death Penalty Information Center, organização norte-americana sem fins lucrativos. O Conselho Europeu, órgão da União Europeia, chamou a lei de “grave retrocesso” e afirmou estar "profundamente preocupado com seu o caráter discriminatório" (veja mais abaixo). Pena de morte ao redor do mundo A pena de morte é aplicada em 46 países, segundo dados de 2025 da organização Juntos Contra a Pena de Morte (ECPM, na sigla em francês), veja no mapa abaixo. Na Europa, o único país que ainda adota essa prática é Belarus.
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