Afeganistão liberta cidadão americano após mais de um ano de prisão
O cidadão americano Dennis Coyle (C), após ser libertado pelo Talibã, caminha com o embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Cabul, Saif Mohammed Al-Ketbi Wakil Kohsar / AFP O Afeganistão libertou o acadêmico Dennis Coyle, cidadão dos Estados Unidos, nesta terça-feira (24), após mantê-lo em cativeiro por mais de um ano. O homem de 64 anos estava detido desde janeiro de 2025, sob a alegação de violação de leis. As autoridades afegãs, no entanto, nunca divulgaram publicamente quais leis foram essas. Um comunicado do Ministério das Relações Exteriores do Talibã informou que o pesquisador acadêmico foi libertado em Cabul, capital do país, por ocasião do Eid al-Fitr, o feriado muçulmano que marca o fim do mês sagrado islâmico do Ramadã. Após um apelo feito pela família de Coyle, a Suprema Corte do Afeganistão "considerou seu período anterior de prisão suficiente". O Afeganistão libertou Coyle “por compaixão humanitária e boa vontade, e acredita que tais medidas podem fortalecer ainda mais o clima de confiança entre os países”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores, acrescentando que Cabul "também expressa a esperança" de que o país e os EUA "encontrem soluções para os problemas remanescentes por meio da compreensão e do diálogo construtivo no futuro”. Initial plugin text No início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA anunciou a designação do Afeganistão como patrocinador de detenções ilegais, acusando-o de praticar "diplomacia de reféns". O governo do Afeganistão rejeitou as alegações dos EUA de que detém estrangeiros para obter vantagem sobre outros países, afirmando que as autoridades afegãs prendem pessoas por violarem leis, e não para fechar um acordo. Acredita-se que as autoridades afegãs tenham pelo menos mais um cidadão americano em seu poder: Mahmood Habibi, um empresário afegão-americano que trabalhava como contratado para uma empresa de telecomunicações sediada em Cabul e desapareceu no país em 2022. O FBI e a família de Habibi afirmaram acreditar que ele foi levado pelas forças do Talibã, mas as autoridades afegãs negaram tê-lo detido. O irmão de Habibi, Ahmad Habibi, comemorou a libertação de Coyle, mas afirmou em um comunicado: "Esperamos que nossa família em breve sinta o mesmo alívio quando Mahmood retornar para casa." Veja os vídeos que estão em alta no g1

O cidadão americano Dennis Coyle (C), após ser libertado pelo Talibã, caminha com o embaixador dos Emirados Árabes Unidos em Cabul, Saif Mohammed Al-Ketbi Wakil Kohsar / AFP O Afeganistão libertou o acadêmico Dennis Coyle, cidadão dos Estados Unidos, nesta terça-feira (24), após mantê-lo em cativeiro por mais de um ano. O homem de 64 anos estava detido desde janeiro de 2025, sob a alegação de violação de leis. As autoridades afegãs, no entanto, nunca divulgaram publicamente quais leis foram essas. Um comunicado do Ministério das Relações Exteriores do Talibã informou que o pesquisador acadêmico foi libertado em Cabul, capital do país, por ocasião do Eid al-Fitr, o feriado muçulmano que marca o fim do mês sagrado islâmico do Ramadã. Após um apelo feito pela família de Coyle, a Suprema Corte do Afeganistão "considerou seu período anterior de prisão suficiente". O Afeganistão libertou Coyle “por compaixão humanitária e boa vontade, e acredita que tais medidas podem fortalecer ainda mais o clima de confiança entre os países”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores, acrescentando que Cabul "também expressa a esperança" de que o país e os EUA "encontrem soluções para os problemas remanescentes por meio da compreensão e do diálogo construtivo no futuro”. Initial plugin text No início deste mês, o Departamento de Estado dos EUA anunciou a designação do Afeganistão como patrocinador de detenções ilegais, acusando-o de praticar "diplomacia de reféns". O governo do Afeganistão rejeitou as alegações dos EUA de que detém estrangeiros para obter vantagem sobre outros países, afirmando que as autoridades afegãs prendem pessoas por violarem leis, e não para fechar um acordo. Acredita-se que as autoridades afegãs tenham pelo menos mais um cidadão americano em seu poder: Mahmood Habibi, um empresário afegão-americano que trabalhava como contratado para uma empresa de telecomunicações sediada em Cabul e desapareceu no país em 2022. O FBI e a família de Habibi afirmaram acreditar que ele foi levado pelas forças do Talibã, mas as autoridades afegãs negaram tê-lo detido. O irmão de Habibi, Ahmad Habibi, comemorou a libertação de Coyle, mas afirmou em um comunicado: "Esperamos que nossa família em breve sinta o mesmo alívio quando Mahmood retornar para casa." Veja os vídeos que estão em alta no g1
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