Ativista Rocío San Miguel é libertada na Venezuela
A ativista venezuelana Rocío San Miguel, presa pelo regime de Maduro, em imagem de arquivo Fernando Llano/ AP A ativista venezuelana Rocío San Miguel, que também tem nacionalidade espanhola, foi libertada da prisão nesta quinta-feira (8). Ela estava detida desde 9 de fevereiro de 2024. A soltura foi confirmada pelo governo espanhol. Mais cedo, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou que o país libertaria unilateralmente "um número significativo" de prisioneiros venezuelanos e estrangeiros. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Especialista em temas militares e diretora da ONG Control Ciudadano, Rocío foi detida após ser vinculada pelas autoridades com um suposto plano para assassinar o presidente Nicolás Maduro. Ela era mantida no Helicoide, a temida prisão do serviço de inteligência que organizações de direitos humanos classificam como "centro de tortura". A advogada estava no aeroporto internacional Simón Bolívar, que serve a Caracas, quando foi abordada por . Ela estava prestes a embarcar em um voo junto com sua filha, que foi detida brevemente. Líder chavista Jorge Rodríguez anuncia libertação de prisioneiros na Venezuela Segundo o jornal espanhol "El País", entre os libertados estão Andrés Martínez Adasme, José María Basoa, Miguel Moreno e Ernesto Gorbe — todos de cidadania espanhola. Outro que deve sair da prisão é o ex-candidato à Presidência Enrique Márquez, detido desde o início de 2025. Libertações unilaterais As libertações, uma reivindicação frequente da oposição do país, são um gesto de paz, disse Rodríguez, acrescentando que a ação foi unilateral e não foi acordada com nenhuma outra parte. “O governo bolivariano, juntamente com as instituições estatais, decidiu libertar um número significativo de venezuelanos e estrangeiros, e esses processos de libertação estão ocorrendo neste exato momento”, acrescentou Rodríguez. O deputado é irmão da presidente Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após o sequestro de Nicolás Maduro pelos EUA, no último sábado (3). Em conversa com jornalistas, Rodríguez agradeceu aos esforços do ex-premiê espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao regime do Qatar, "que sempre estiveram ao lado do povo da Venezuela para defender o direito que temos à vida plena e à autodeterminação". Não está claro se as negociações para as libertações envolveram o presidente Lula, o governo brasileiro ou algum outro ator político mencionado.

A ativista venezuelana Rocío San Miguel, presa pelo regime de Maduro, em imagem de arquivo Fernando Llano/ AP A ativista venezuelana Rocío San Miguel, que também tem nacionalidade espanhola, foi libertada da prisão nesta quinta-feira (8). Ela estava detida desde 9 de fevereiro de 2024. A soltura foi confirmada pelo governo espanhol. Mais cedo, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou que o país libertaria unilateralmente "um número significativo" de prisioneiros venezuelanos e estrangeiros. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Especialista em temas militares e diretora da ONG Control Ciudadano, Rocío foi detida após ser vinculada pelas autoridades com um suposto plano para assassinar o presidente Nicolás Maduro. Ela era mantida no Helicoide, a temida prisão do serviço de inteligência que organizações de direitos humanos classificam como "centro de tortura". A advogada estava no aeroporto internacional Simón Bolívar, que serve a Caracas, quando foi abordada por . Ela estava prestes a embarcar em um voo junto com sua filha, que foi detida brevemente. Líder chavista Jorge Rodríguez anuncia libertação de prisioneiros na Venezuela Segundo o jornal espanhol "El País", entre os libertados estão Andrés Martínez Adasme, José María Basoa, Miguel Moreno e Ernesto Gorbe — todos de cidadania espanhola. Outro que deve sair da prisão é o ex-candidato à Presidência Enrique Márquez, detido desde o início de 2025. Libertações unilaterais As libertações, uma reivindicação frequente da oposição do país, são um gesto de paz, disse Rodríguez, acrescentando que a ação foi unilateral e não foi acordada com nenhuma outra parte. “O governo bolivariano, juntamente com as instituições estatais, decidiu libertar um número significativo de venezuelanos e estrangeiros, e esses processos de libertação estão ocorrendo neste exato momento”, acrescentou Rodríguez. O deputado é irmão da presidente Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após o sequestro de Nicolás Maduro pelos EUA, no último sábado (3). Em conversa com jornalistas, Rodríguez agradeceu aos esforços do ex-premiê espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao regime do Qatar, "que sempre estiveram ao lado do povo da Venezuela para defender o direito que temos à vida plena e à autodeterminação". Não está claro se as negociações para as libertações envolveram o presidente Lula, o governo brasileiro ou algum outro ator político mencionado.
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