Batalha em Paris: VÍDEO mostra confronto entre policiais e estudantes durante protestos pela educação
Protestos pela educação em Paris têm confronto entre polícia e estudantes Novas imagens mostram a polícia francesa reprimindo os protestos estudantis em Paris que já se estendem há três semanas. As autoridades públicas da França têm sido criticadas pela violência aplicada contra os manifestantes - estudantes de ensino médio, em sua maioria, além de pais e professores. A atuação das forças de segurança também é investigada em 18 casos. O governo afirma que a polícia intervém diante de episódios de violência ou danos ao patrimônio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As passeatas começaram em meados de setembro e ganharam força no fim do mês. As manifestações cobram mais investimentos em educação, contratação de professores substitutos e melhorias na infraestrutura das escolas. Nesta quinta-feira (8), 375 escolas estavam total ou parcialmente fechadas, segundo o ministério da Educação. Desde o início dos protestos, 6.629 pessoas haviam sido presas, segundo o pasta do Interior. A maioria dos detidos era menor de idade. Também foram registrados confrontos, depredações e incêndios em diferentes pontos do país. Entre os casos investigados, um estudante de 14 anos teve a mandíbula e vários dentes quebrados após ser atingido no rosto por uma granada de gás lacrimogêneo. Em Lens, um adolescente de 15 anos perdeu uma das mãos em um incidente envolvendo uma granada policial. Em Tours, um jovem de 16 anos sofreu perda parcial da visão. Após o caso de Lens, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, suspendeu temporariamente o uso de um modelo de granada de atordoamento. Nesta quinta-feira (8), o ministro da Educação Nacional, Édouard Geffray, deve anunciar as primeiras medidas do governo para os estudantes durante o telejornal das 20h da TF1. Os protestos ocorrem na reta final do governo de Emmanuel Macron. A eleição presidencial francesa está prevista para abril de 2027. Policiais usando equipamento de controle de distúrbios ficam de prontidão diante de manifestantes durante protestos nacionais em Paris, na França. Pedro Nunes / Reuters

Protestos pela educação em Paris têm confronto entre polícia e estudantes Novas imagens mostram a polícia francesa reprimindo os protestos estudantis em Paris que já se estendem há três semanas. As autoridades públicas da França têm sido criticadas pela violência aplicada contra os manifestantes - estudantes de ensino médio, em sua maioria, além de pais e professores. A atuação das forças de segurança também é investigada em 18 casos. O governo afirma que a polícia intervém diante de episódios de violência ou danos ao patrimônio. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp As passeatas começaram em meados de setembro e ganharam força no fim do mês. As manifestações cobram mais investimentos em educação, contratação de professores substitutos e melhorias na infraestrutura das escolas. Nesta quinta-feira (8), 375 escolas estavam total ou parcialmente fechadas, segundo o ministério da Educação. Desde o início dos protestos, 6.629 pessoas haviam sido presas, segundo o pasta do Interior. A maioria dos detidos era menor de idade. Também foram registrados confrontos, depredações e incêndios em diferentes pontos do país. Entre os casos investigados, um estudante de 14 anos teve a mandíbula e vários dentes quebrados após ser atingido no rosto por uma granada de gás lacrimogêneo. Em Lens, um adolescente de 15 anos perdeu uma das mãos em um incidente envolvendo uma granada policial. Em Tours, um jovem de 16 anos sofreu perda parcial da visão. Após o caso de Lens, o ministro do Interior, Laurent Nuñez, suspendeu temporariamente o uso de um modelo de granada de atordoamento. Nesta quinta-feira (8), o ministro da Educação Nacional, Édouard Geffray, deve anunciar as primeiras medidas do governo para os estudantes durante o telejornal das 20h da TF1. Os protestos ocorrem na reta final do governo de Emmanuel Macron. A eleição presidencial francesa está prevista para abril de 2027. Policiais usando equipamento de controle de distúrbios ficam de prontidão diante de manifestantes durante protestos nacionais em Paris, na França. Pedro Nunes / Reuters
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