Casa Branca entra em alerta após uma pessoa ser baleada perto da residência presidencial
Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno Agentes do Serviço Secreto colocaram a Casa Branca sob alerta após o relato de tiros perto da residência presidencial, em Washington, nesta segunda-feira (4). O complexo ficou em "lockdown" por alguns minutos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Serviço Secreto informou que uma pessoa foi baleada por agentes de segurança, sem detalhar as circunstâncias. O caso ocorreu no cruzamento da 15th Street com a Independence Avenue, a poucas quadras da Casa Branca. A polícia de Washington afirmou que a área está segura, mas foi isolada por motivos de segurança. No momento do incidente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participava de um evento com representantes de pequenos negócios, que seguiu normalmente. Jornalistas que estavam do lado de fora foram orientados a entrar na sala de imprensa. Em novembro do ano passado, a Casa Branca entrou em "lockdown" após dois integrantes da Guarda Nacional serem baleados perto do complexo presidencial. Uma das vítimas morreu, e a outra ficou gravemente ferida. O atirador foi preso. Durante o período de restrição, ninguém pôde entrar ou sair da Casa Branca sem autorização do Serviço Secreto. Várias ruas próximas também foram interditadas. Washington em alerta Novas imagens mostram como atirador tentou invadir festa com Trump O incidente ocorre menos de duas semanas após um atirador tentar invadir um jantar com Donald Trump e jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca, em Washington. O suspeito, Cole Allen, de 31 anos, foi contido e preso antes de chegar ao salão onde o presidente estava. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido, e o evento foi suspenso. Allen é acusado de tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime violento e transporte ilegal de armas e munições entre estados. Segundo autoridades norte-americanas, o atirador tinha como alvo Trump e outros membros do governo dos Estados Unidos. VÍDEOS: mais assistidos do g1

Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026 REUTERS/Ken Cedeno Agentes do Serviço Secreto colocaram a Casa Branca sob alerta após o relato de tiros perto da residência presidencial, em Washington, nesta segunda-feira (4). O complexo ficou em "lockdown" por alguns minutos. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Serviço Secreto informou que uma pessoa foi baleada por agentes de segurança, sem detalhar as circunstâncias. O caso ocorreu no cruzamento da 15th Street com a Independence Avenue, a poucas quadras da Casa Branca. A polícia de Washington afirmou que a área está segura, mas foi isolada por motivos de segurança. No momento do incidente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participava de um evento com representantes de pequenos negócios, que seguiu normalmente. Jornalistas que estavam do lado de fora foram orientados a entrar na sala de imprensa. Em novembro do ano passado, a Casa Branca entrou em "lockdown" após dois integrantes da Guarda Nacional serem baleados perto do complexo presidencial. Uma das vítimas morreu, e a outra ficou gravemente ferida. O atirador foi preso. Durante o período de restrição, ninguém pôde entrar ou sair da Casa Branca sem autorização do Serviço Secreto. Várias ruas próximas também foram interditadas. Washington em alerta Novas imagens mostram como atirador tentou invadir festa com Trump O incidente ocorre menos de duas semanas após um atirador tentar invadir um jantar com Donald Trump e jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca, em Washington. O suspeito, Cole Allen, de 31 anos, foi contido e preso antes de chegar ao salão onde o presidente estava. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido, e o evento foi suspenso. Allen é acusado de tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime violento e transporte ilegal de armas e munições entre estados. Segundo autoridades norte-americanas, o atirador tinha como alvo Trump e outros membros do governo dos Estados Unidos. VÍDEOS: mais assistidos do g1
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