Cidadania italiana de Zambelli não impede extradição, aponta Justiça da Itália
Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli A Justiça da Itália afirmou em decisão nesta quinta-feira (26) que a a cidadania italiana de Carla Zambelli não impede a sua extradição para o Brasil. O tribunal afirmou que a cidadania da ex-deputada tem um "status meramente formal" e acrescentou que ela não possui um "enraizamento social, territorial ou cultural efetivo na Itália". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A decisão também destaca que Zambelli obteve a cidadania por iure sanguinis (direito de sangue), mas que sua vida profissional e política foi construída integralmente no Brasil. O tribunal explicou que a Constituição italiana não proíbe de forma absoluta a extradição de cidadãos, mas a subordina a acordos internacionais. No caso, o Tratado Bilateral entre Itália e Brasil (1989) permite explicitamente a extradição, segundo a decisão. Defesa vai recorrer Nesta quinta-feira (26), a Corte de Apelações da Itália aceitou o pedido de extradição feito pelo Brasil contra Zambelli. No entanto, esta não é a decisão final, e ainda cabe recurso à decisão. Ainda é preciso, também, que o ministro da Justiça italiano dê aval a uma eventual extradição. Os advogados que fazem a defesa de Zambelli na Itália disseram à TV Globo que vão protocolar o recurso. Com isso, o caso voltará aos tribunais e subirá ao Supremo Tribunal de Cassação, que dará o parecer final antes de o caso ir para as mãos do Ministério da Justiça italiano. O processo que corre na corte em Roma julga um pedido do STF para que Zambelli, presa após pedido da Interpol no país europeu, seja devolvida à Justiça brasileira.

Justiça italiana decide extraditar Carla Zambelli A Justiça da Itália afirmou em decisão nesta quinta-feira (26) que a a cidadania italiana de Carla Zambelli não impede a sua extradição para o Brasil. O tribunal afirmou que a cidadania da ex-deputada tem um "status meramente formal" e acrescentou que ela não possui um "enraizamento social, territorial ou cultural efetivo na Itália". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A decisão também destaca que Zambelli obteve a cidadania por iure sanguinis (direito de sangue), mas que sua vida profissional e política foi construída integralmente no Brasil. O tribunal explicou que a Constituição italiana não proíbe de forma absoluta a extradição de cidadãos, mas a subordina a acordos internacionais. No caso, o Tratado Bilateral entre Itália e Brasil (1989) permite explicitamente a extradição, segundo a decisão. Defesa vai recorrer Nesta quinta-feira (26), a Corte de Apelações da Itália aceitou o pedido de extradição feito pelo Brasil contra Zambelli. No entanto, esta não é a decisão final, e ainda cabe recurso à decisão. Ainda é preciso, também, que o ministro da Justiça italiano dê aval a uma eventual extradição. Os advogados que fazem a defesa de Zambelli na Itália disseram à TV Globo que vão protocolar o recurso. Com isso, o caso voltará aos tribunais e subirá ao Supremo Tribunal de Cassação, que dará o parecer final antes de o caso ir para as mãos do Ministério da Justiça italiano. O processo que corre na corte em Roma julga um pedido do STF para que Zambelli, presa após pedido da Interpol no país europeu, seja devolvida à Justiça brasileira.
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