Ex-príncipe Andrew é alvo de nova investigação por suspeita de agressão sexual no Reino Unido

Polícia britânica analisa acusação de agressão sexual contra o ex-príncipe Andrew DANIEL LEAL / AFP A polícia britânica informou nesta sexta-feira (22) que analisa uma acusação de agressão sexual contra o ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor e pediu que qualquer pessoa com informações sobre o caso procure as autoridades. Segundo a polícia de Thames Valley, investigadores apuram relatos de que “uma mulher teria sido levada a um endereço em Windsor em 2010 com fins sexuais”. As autoridades afirmaram ainda que entraram em contato com a advogada da suposta vítima para informar que, caso ela deseje formalizar uma denúncia, o caso será tratado “com cuidado, sensibilidade, respeito à privacidade e ao direito ao anonimato”. Andrew também é investigado por suposta “omissão no exercício de uma função pública”. A suspeita é de que ele tenha compartilhado documentos econômicos confidenciais com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein durante o período em que atuou como representante comercial do Reino Unido, entre 2001 e 2011. Em comunicado, a polícia afirmou que a investigação, aberta após a divulgação de documentos ligados a Epstein pelas autoridades americanas, “continua em andamento”. Até o momento, não há acusação formal contra o ex-príncipe. As autoridades também pediram “paciência” à população e incentivaram pessoas com informações relevantes a colaborarem com as investigações. Segundo a polícia, o delito de “omissão no exercício de uma função pública” pode ocorrer de “diferentes formas”, o que torna o caso mais complexo. Andrew sempre negou irregularidades relacionadas ao caso Epstein. O ex-príncipe já havia sido acusado de agressão sexual pela americana Virginia Giuffre, que afirmou ter sido abusada quando tinha 17 anos. Giuffre morreu em abril de 2025, aos 41 anos. Afastado das funções da família real britânica e destituído de títulos militares e patronatos, Andrew passou a viver em Norfolk, no leste da Inglaterra, longe de sua antiga residência na propriedade real de Windsor. Agora no g1 LEIA TAMBÉM: Caso Epstein: documentos mostram que Rainha Elizabeth estava ansiosa para que Andrew se tornasse enviado comercial

May 22, 2026 - 08:30
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Ex-príncipe Andrew é alvo de nova investigação por suspeita de agressão sexual no Reino Unido

Polícia britânica analisa acusação de agressão sexual contra o ex-príncipe Andrew DANIEL LEAL / AFP A polícia britânica informou nesta sexta-feira (22) que analisa uma acusação de agressão sexual contra o ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor e pediu que qualquer pessoa com informações sobre o caso procure as autoridades. Segundo a polícia de Thames Valley, investigadores apuram relatos de que “uma mulher teria sido levada a um endereço em Windsor em 2010 com fins sexuais”. As autoridades afirmaram ainda que entraram em contato com a advogada da suposta vítima para informar que, caso ela deseje formalizar uma denúncia, o caso será tratado “com cuidado, sensibilidade, respeito à privacidade e ao direito ao anonimato”. Andrew também é investigado por suposta “omissão no exercício de uma função pública”. A suspeita é de que ele tenha compartilhado documentos econômicos confidenciais com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein durante o período em que atuou como representante comercial do Reino Unido, entre 2001 e 2011. Em comunicado, a polícia afirmou que a investigação, aberta após a divulgação de documentos ligados a Epstein pelas autoridades americanas, “continua em andamento”. Até o momento, não há acusação formal contra o ex-príncipe. As autoridades também pediram “paciência” à população e incentivaram pessoas com informações relevantes a colaborarem com as investigações. Segundo a polícia, o delito de “omissão no exercício de uma função pública” pode ocorrer de “diferentes formas”, o que torna o caso mais complexo. Andrew sempre negou irregularidades relacionadas ao caso Epstein. O ex-príncipe já havia sido acusado de agressão sexual pela americana Virginia Giuffre, que afirmou ter sido abusada quando tinha 17 anos. Giuffre morreu em abril de 2025, aos 41 anos. Afastado das funções da família real britânica e destituído de títulos militares e patronatos, Andrew passou a viver em Norfolk, no leste da Inglaterra, longe de sua antiga residência na propriedade real de Windsor. Agora no g1 LEIA TAMBÉM: Caso Epstein: documentos mostram que Rainha Elizabeth estava ansiosa para que Andrew se tornasse enviado comercial

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