Fim da exigência de vacina para militares dissemina grave surto de gripe em base aérea dos EUA
Soldados das Forças Armadas dos Estados Unidos diante da bandeira do país. Picture-alliance/dpa/N. Armer via DW Eis um exemplo de como uma mudança na política de vacinação se revela irresponsável. Dois meses após o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ter liberado os militares da obrigatoriedade de se vacinar contra a gripe, um surto da doença afetou 160 soldados na Base Aérea de Lackland, no Texas. Um deles morreu. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Hegseth alegou autonomia médica e liberdade para que os militares expressassem suas convicções religiosas ao abolir, em abril, a exigência da imunização contra a gripe. Criticou o ex-presidente Joe Biden e classificou a obrigatoriedade da vacina como “um desses mandados absurdos e abusivos, que enfraquecem as capacidades de combate, sem representar qualquer ameaça à prontidão militar”. “Nossa nova política é simples. Se você, um guerreiro americano encarregado de defender esta nação, acredita que a vacina contra a gripe é do seu melhor interesse, então você está livre para tomá-la. Você deveria. Mas não vamos forçá-lo. Porque seu corpo, sua fé, não são negociáveis”, afirmou o secretário ao anunciar a mudança. A nova regra negacionista em vigor levou apenas 40% dos militares a optarem pela vacinação. Ato contínuo, com o surto de gripe atuante por três semanas, o comando da base aérea se viu obrigado a ignorar a ordem de Hegseth e voltar a aplicar a vacina como medida de contenção.

Soldados das Forças Armadas dos Estados Unidos diante da bandeira do país. Picture-alliance/dpa/N. Armer via DW Eis um exemplo de como uma mudança na política de vacinação se revela irresponsável. Dois meses após o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ter liberado os militares da obrigatoriedade de se vacinar contra a gripe, um surto da doença afetou 160 soldados na Base Aérea de Lackland, no Texas. Um deles morreu. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Hegseth alegou autonomia médica e liberdade para que os militares expressassem suas convicções religiosas ao abolir, em abril, a exigência da imunização contra a gripe. Criticou o ex-presidente Joe Biden e classificou a obrigatoriedade da vacina como “um desses mandados absurdos e abusivos, que enfraquecem as capacidades de combate, sem representar qualquer ameaça à prontidão militar”. “Nossa nova política é simples. Se você, um guerreiro americano encarregado de defender esta nação, acredita que a vacina contra a gripe é do seu melhor interesse, então você está livre para tomá-la. Você deveria. Mas não vamos forçá-lo. Porque seu corpo, sua fé, não são negociáveis”, afirmou o secretário ao anunciar a mudança. A nova regra negacionista em vigor levou apenas 40% dos militares a optarem pela vacinação. Ato contínuo, com o surto de gripe atuante por três semanas, o comando da base aérea se viu obrigado a ignorar a ordem de Hegseth e voltar a aplicar a vacina como medida de contenção.
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