Iraniana é enforcada pelo regime após dar à luz na prisão, dizem grupos de direitos humanos
Guarda Revolucionária Iraniana Morteza Nikoubazl/NurPhoto/picture alliance As autoridades iranianas executaram uma mulher de 28 anos que deu à luz um filho enquanto estava na prisão, após ser condenada pelo assassinato do marido, informaram organizações de direitos humanos nesta terça-feira (26). Asma Zarei foi enforcada em 20 de maio em Ardebil, no noroeste do Irã, segundo comunicados separados da organização Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, e da Hengaw. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Esposas de terroristas retornam à Austrália com filhos e sob protestos Agora no g1 A execução não foi noticiada pela imprensa iraniana. A IHR informou que ela havia sido presa três anos atrás sob suspeita de matar o marido com soníferos. Segundo a organização, ela estava grávida na época da prisão e deu à luz um filho na cadeia, que agora tem dois anos. Antes da execução, ela pediu à própria mãe que criasse a criança, acrescentou a IHR. Não foram divulgados mais detalhes sobre as circunstâncias da morte do marido. A IHR e a Hengaw observaram que Asma Zarei é a sexta mulher executada este ano. Um relatório de 2026 da Iran Human Rights indicou que o Irã executou pelo menos 48 mulheres em 2025, das quais 21 haviam sido condenadas por assassinar seus maridos ou noivos. Organizações de direitos humanos afirmam que, em vários casos, as mulheres mataram maridos abusivos, com quem podem inclusive ter tido laços familiares antes do casamento, e posteriormente não conseguiram arrecadar o "dinheiro de sangue" necessário para evitar a execução. Veja mais: Irã acusa EUA de violar cessar-fogo e fala em direito legítimo de resposta Acidente entre ônibus escolar e trem na Bélgica deixa 4 mortos, sendo 2 adolescentes

Guarda Revolucionária Iraniana Morteza Nikoubazl/NurPhoto/picture alliance As autoridades iranianas executaram uma mulher de 28 anos que deu à luz um filho enquanto estava na prisão, após ser condenada pelo assassinato do marido, informaram organizações de direitos humanos nesta terça-feira (26). Asma Zarei foi enforcada em 20 de maio em Ardebil, no noroeste do Irã, segundo comunicados separados da organização Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, e da Hengaw. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Esposas de terroristas retornam à Austrália com filhos e sob protestos Agora no g1 A execução não foi noticiada pela imprensa iraniana. A IHR informou que ela havia sido presa três anos atrás sob suspeita de matar o marido com soníferos. Segundo a organização, ela estava grávida na época da prisão e deu à luz um filho na cadeia, que agora tem dois anos. Antes da execução, ela pediu à própria mãe que criasse a criança, acrescentou a IHR. Não foram divulgados mais detalhes sobre as circunstâncias da morte do marido. A IHR e a Hengaw observaram que Asma Zarei é a sexta mulher executada este ano. Um relatório de 2026 da Iran Human Rights indicou que o Irã executou pelo menos 48 mulheres em 2025, das quais 21 haviam sido condenadas por assassinar seus maridos ou noivos. Organizações de direitos humanos afirmam que, em vários casos, as mulheres mataram maridos abusivos, com quem podem inclusive ter tido laços familiares antes do casamento, e posteriormente não conseguiram arrecadar o "dinheiro de sangue" necessário para evitar a execução. Veja mais: Irã acusa EUA de violar cessar-fogo e fala em direito legítimo de resposta Acidente entre ônibus escolar e trem na Bélgica deixa 4 mortos, sendo 2 adolescentes
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