Israel afirma ter atacado 'mais de 80 alvos' no Líbano e matado 'dezenas' de membros do Hezbollah; VÍDEO

Israel mostra ataques a terroristas do Hezbollah no sul do Líbano Israel afirmou ter atacado "mais de 80 alvos" no Líbano e matado "dezenas" de membros do Hezbollah em um comunicado nas redes sociais nesta sexta-feira (19). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp SANDRA COHEN: Trump impõe série de humilhações públicas a Netanyahu As Forças Armadas israelenses disseram que ofensiva foi uma resposta às "repetidas e flagrantes violações do cessar-fogo" pelo grupo extremista, depois de anunciarem, pouco antes, que quatro oficiais morreram em combates no sul do Líbano na quinta-feira (18) e que quatro ficaram feridos em um ataque de drone. "Durante a noite, as Forças de Defesa de Israel atacaram mais de 80 centros de comando, terroristas, posições de lançamento e outros locais de infraestrutura terrorista na região de Nabatieh e em outras áreas do sul do Líbano, dentro e além da Zona de Segurança. Há pouco tempo, em resposta às repetidas violações do cessar-fogo pela organização terrorista Hezbollah, atacaram dois centros de comando do Hezbollah no Vale do Beqaa, enquanto terroristas do Hezbollah operavam dentro deles", revela a mensagem. A Zona de Segurança citada no comunicado é uma grande área do sul do Líbano, demarcada a cerca de 10 quilômetros de distância para a fronteira de Israel. O objetivo, segundo o governo de Benjamin Netanyahu, é "fortalecer a defesa dos residentes do norte de Israel". Israel divulga mapa com 'zona de segurança' no sul do Líbano, com 10 km de distância para a fronteira do país Forças de Defesa de Israel / Divulgação Um mapa mostrando onde o governo israelense deseja manter a ocupação de suas tropas no território libanês (veja acima) foi divulgado nesta quinta, em desafio ao acordo firmado entre Estados Unidos e Irã. "Soldados continuam sua missão no sul do Líbano, com foco em desmantelar a infraestrutura estratégica subterrânea que a organização terrorista Hezbollah construiu na área de Beaufort ao longo de muitos anos", reafirmou o Exército israelense nesta sexta. O acordo de paz assinado na quarta-feira pelos EUA com o Irã nesta quarta-feira (17) exige o fim dos combates em todas as frentes, inclusive no Líbano, e que as partes garantam “a integridade territorial e a soberania" do país. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no entanto, vem rejeitando continuamente os apelos do presidente norte-americano, Donald Trump, para retirar suas tropas do território libanês e parar com os bombardeios. Depois de assinatura de acordo preliminar entre EUA e Irã, Israel posta mapa com ocupação militar no Líbano Duas autoridades israelenses, incluindo uma autoridade de alto escalão próxima a Netanyahu, que falaram à agência de notícias Reuters sob condição de anonimato, afirmaram nesta quinta que Israel está mantendo negociações com os EUA sobre a manutenção do destacamento de suas tropas no sul do Líbano e as descreveu como "difíceis". Ambos disseram que Israel não recuaria da posição de que suas tropas permaneceriam mobilizadas no Líbano e criticaram o acordo firmado pelos EUA, dizendo que ele não foi longe o suficiente para abordar as preocupações israelenses em relação ao programa nuclear iraniano. Na semana passada, o presidente dos EUA admitiu pela primeira vez que havia tido uma discussão acalorada com o premiê israelense, seu aliado de longa data. Trump chegou a afirmar que chamou Netanyahu de "louco" e não escondeu sua frustração com as ações militares de Israel na capital libanesa, Beirute, afirmando que não era necessário bombardear prédios residenciais inteiros para caçar militantes do Hezbollah. O republicano sugeriu até que a Síria passasse a lidar com o grupo extremista: "Se Israel não consegue fazer o trabalho sem matar todo mundo, a Síria deveria fazê-lo".

Jun 19, 2026 - 07:30
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Israel afirma ter atacado 'mais de 80 alvos' no Líbano e matado 'dezenas' de membros do Hezbollah; VÍDEO

Israel mostra ataques a terroristas do Hezbollah no sul do Líbano Israel afirmou ter atacado "mais de 80 alvos" no Líbano e matado "dezenas" de membros do Hezbollah em um comunicado nas redes sociais nesta sexta-feira (19). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp SANDRA COHEN: Trump impõe série de humilhações públicas a Netanyahu As Forças Armadas israelenses disseram que ofensiva foi uma resposta às "repetidas e flagrantes violações do cessar-fogo" pelo grupo extremista, depois de anunciarem, pouco antes, que quatro oficiais morreram em combates no sul do Líbano na quinta-feira (18) e que quatro ficaram feridos em um ataque de drone. "Durante a noite, as Forças de Defesa de Israel atacaram mais de 80 centros de comando, terroristas, posições de lançamento e outros locais de infraestrutura terrorista na região de Nabatieh e em outras áreas do sul do Líbano, dentro e além da Zona de Segurança. Há pouco tempo, em resposta às repetidas violações do cessar-fogo pela organização terrorista Hezbollah, atacaram dois centros de comando do Hezbollah no Vale do Beqaa, enquanto terroristas do Hezbollah operavam dentro deles", revela a mensagem. A Zona de Segurança citada no comunicado é uma grande área do sul do Líbano, demarcada a cerca de 10 quilômetros de distância para a fronteira de Israel. O objetivo, segundo o governo de Benjamin Netanyahu, é "fortalecer a defesa dos residentes do norte de Israel". Israel divulga mapa com 'zona de segurança' no sul do Líbano, com 10 km de distância para a fronteira do país Forças de Defesa de Israel / Divulgação Um mapa mostrando onde o governo israelense deseja manter a ocupação de suas tropas no território libanês (veja acima) foi divulgado nesta quinta, em desafio ao acordo firmado entre Estados Unidos e Irã. "Soldados continuam sua missão no sul do Líbano, com foco em desmantelar a infraestrutura estratégica subterrânea que a organização terrorista Hezbollah construiu na área de Beaufort ao longo de muitos anos", reafirmou o Exército israelense nesta sexta. O acordo de paz assinado na quarta-feira pelos EUA com o Irã nesta quarta-feira (17) exige o fim dos combates em todas as frentes, inclusive no Líbano, e que as partes garantam “a integridade territorial e a soberania" do país. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no entanto, vem rejeitando continuamente os apelos do presidente norte-americano, Donald Trump, para retirar suas tropas do território libanês e parar com os bombardeios. Depois de assinatura de acordo preliminar entre EUA e Irã, Israel posta mapa com ocupação militar no Líbano Duas autoridades israelenses, incluindo uma autoridade de alto escalão próxima a Netanyahu, que falaram à agência de notícias Reuters sob condição de anonimato, afirmaram nesta quinta que Israel está mantendo negociações com os EUA sobre a manutenção do destacamento de suas tropas no sul do Líbano e as descreveu como "difíceis". Ambos disseram que Israel não recuaria da posição de que suas tropas permaneceriam mobilizadas no Líbano e criticaram o acordo firmado pelos EUA, dizendo que ele não foi longe o suficiente para abordar as preocupações israelenses em relação ao programa nuclear iraniano. Na semana passada, o presidente dos EUA admitiu pela primeira vez que havia tido uma discussão acalorada com o premiê israelense, seu aliado de longa data. Trump chegou a afirmar que chamou Netanyahu de "louco" e não escondeu sua frustração com as ações militares de Israel na capital libanesa, Beirute, afirmando que não era necessário bombardear prédios residenciais inteiros para caçar militantes do Hezbollah. O republicano sugeriu até que a Síria passasse a lidar com o grupo extremista: "Se Israel não consegue fazer o trabalho sem matar todo mundo, a Síria deveria fazê-lo".

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