Netanyahu minimiza atrito com Trump: 'Às vezes temos divergências táticas, mas as resolvemos'

Trump admite ter tido discussão raivosa com Netanyahu ao telefone O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, minimizou o atrito recente que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em entrevista à emissora CNBC nesta quarta-feira (3). Após Trump admitir que falou ao telefone com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "de forma raivosa" no fim de semana, durante uma conversa em que tentou pressionar Netanyahu para parar de atacar o Líbano, o premiê israelense tentou colocar panos quentes na situação. "Trump e eu concordamos nos principais pontos em relação ao Irã. Às vezes temos divergências táticas, mas as resolvemos", afirmou, justificando a intensificação da ofensiva contra o Hezbollah, grupo extremista que atua no Líbano: "Muitos dos que atacam Israel estão em Beirute". ➡️ Na terça-feira (2), o site de notícias norte-americano Axios afirmou que Trump chamou o premiê israelense de "louco" no telefonema e disse que Netanyahu só não estava preso graças aos EUA — ele tem um mandado de prisão internacional expedido pelo Tribunal de Haia. Questionado sobre a discussão, Trump admitiu que os dois travaram uma discussão. "Fiquei um pouco perturbado com as constantes brigas dele com o Líbano, sabe?", disse o norte-americano em entrevista ao podcast norte-americano "Pod Force One" nesta manhã. Depois, no entanto, ele disse que "se dá muito bem" com o primeiro-ministro israelense. O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em 29 de dezembro de 2025 REUTERS/Jonathan Ernst

Jun 3, 2026 - 11:30
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Netanyahu minimiza atrito com Trump: 'Às vezes temos divergências táticas, mas as resolvemos'

Trump admite ter tido discussão raivosa com Netanyahu ao telefone O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, minimizou o atrito recente que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em entrevista à emissora CNBC nesta quarta-feira (3). Após Trump admitir que falou ao telefone com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "de forma raivosa" no fim de semana, durante uma conversa em que tentou pressionar Netanyahu para parar de atacar o Líbano, o premiê israelense tentou colocar panos quentes na situação. "Trump e eu concordamos nos principais pontos em relação ao Irã. Às vezes temos divergências táticas, mas as resolvemos", afirmou, justificando a intensificação da ofensiva contra o Hezbollah, grupo extremista que atua no Líbano: "Muitos dos que atacam Israel estão em Beirute". ➡️ Na terça-feira (2), o site de notícias norte-americano Axios afirmou que Trump chamou o premiê israelense de "louco" no telefonema e disse que Netanyahu só não estava preso graças aos EUA — ele tem um mandado de prisão internacional expedido pelo Tribunal de Haia. Questionado sobre a discussão, Trump admitiu que os dois travaram uma discussão. "Fiquei um pouco perturbado com as constantes brigas dele com o Líbano, sabe?", disse o norte-americano em entrevista ao podcast norte-americano "Pod Force One" nesta manhã. Depois, no entanto, ele disse que "se dá muito bem" com o primeiro-ministro israelense. O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com a imprensa ao lado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em 29 de dezembro de 2025 REUTERS/Jonathan Ernst

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