'Parecia alienígena': piloto de caça dos EUA abatido pelo Irã conta que viu drones em formação misteriosa, diz TV
Destroços em Isfahan, no Irã, do que Teerã afirma serem de aeronaves militares dos EUA. Divulgação/Guarda Revolucionária do Irã Um dos pilotos da Força Aérea dos Estados Unidos que sobreviveu após seu caça ser derrubado em território iraniano, em abril, relatou a experiência da queda ao resgate. Segundo relatos recolhidos pela CNN Internacional, o militar viu um grupo de drones do Irã voando de maneira coordenada, em um formato que lembrava uma água-viva. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Eram vários drones interconectados e se movendo como um só, com drones menores abaixo dos maiores, como se fossem tentáculos", disse à TV americana. "Parecia coisa de alienígena." O depoimento do piloto do F-15 aconteceu logo após seu resgate. Segundo as fontes ouvidas pela reportagem, o relato gerou divergências entre os especialistas e as autoridades da inteligência americana. Rodada de negociação entre EUA e Irã termina com avanços 'encorajadores' Se a descrição corresponder ao que de fato ocorreu, o episódio pode indicar um salto tecnológico relevante nas capacidades dos drones iranianos. Segundo a reportagem, a principal questão envolve a aparente coordenação entre diversas aeronaves não tripuladas, que seriam operada como um único sistema integrado. Outra fonte afirmou que o piloto descreveu a cena como um verdadeiro "campo minado de drones" no céu. Queda do caça segue sob investigação O abatimento do caça F-15 dos Estados Unidos sobre o território iraniano aconteceu em 3 de abril e marcou um dos episódios mais graves da escalada militar entre Washington e Teerã. Segundo autoridades americanas, foi o primeiro avião de combate dos EUA derrubado no país desde o início do conflito. A bordo estavam dois militares, o piloto e um oficial de sistemas de armas. Após o ataque, ambos se ejetaram da aeronave em regiões montanhosas e passaram a ser procurados por forças americanas e iranianas. Leia também Irã diz que número limitado de navios passará diariamente por Ormuz e fala em taxa conjunta com Omã O piloto foi localizado e resgatado poucas horas depois por uma operação conduzida por forças especiais dos Estados Unidos. Já o segundo fugiu do local de pouso e se escondeu por mais de um dia até ser encontrado pelas equipes de resgate. Durante a missão para resgatar os militares, os EUA perderam uma segunda aeronave, um A-10. O piloto conseguiu se ejetar em segurança antes que o avião caísse e não sofreu ferimentos graves. As causas exatas do incidente continuam sob investigação. Autoridades dos EUA ainda tentam determinar como o Irã conseguiu atingir o caça e qual foi o papel desempenhado pelos drones nos momentos que antecederam o ataque.

Destroços em Isfahan, no Irã, do que Teerã afirma serem de aeronaves militares dos EUA. Divulgação/Guarda Revolucionária do Irã Um dos pilotos da Força Aérea dos Estados Unidos que sobreviveu após seu caça ser derrubado em território iraniano, em abril, relatou a experiência da queda ao resgate. Segundo relatos recolhidos pela CNN Internacional, o militar viu um grupo de drones do Irã voando de maneira coordenada, em um formato que lembrava uma água-viva. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp "Eram vários drones interconectados e se movendo como um só, com drones menores abaixo dos maiores, como se fossem tentáculos", disse à TV americana. "Parecia coisa de alienígena." O depoimento do piloto do F-15 aconteceu logo após seu resgate. Segundo as fontes ouvidas pela reportagem, o relato gerou divergências entre os especialistas e as autoridades da inteligência americana. Rodada de negociação entre EUA e Irã termina com avanços 'encorajadores' Se a descrição corresponder ao que de fato ocorreu, o episódio pode indicar um salto tecnológico relevante nas capacidades dos drones iranianos. Segundo a reportagem, a principal questão envolve a aparente coordenação entre diversas aeronaves não tripuladas, que seriam operada como um único sistema integrado. Outra fonte afirmou que o piloto descreveu a cena como um verdadeiro "campo minado de drones" no céu. Queda do caça segue sob investigação O abatimento do caça F-15 dos Estados Unidos sobre o território iraniano aconteceu em 3 de abril e marcou um dos episódios mais graves da escalada militar entre Washington e Teerã. Segundo autoridades americanas, foi o primeiro avião de combate dos EUA derrubado no país desde o início do conflito. A bordo estavam dois militares, o piloto e um oficial de sistemas de armas. Após o ataque, ambos se ejetaram da aeronave em regiões montanhosas e passaram a ser procurados por forças americanas e iranianas. Leia também Irã diz que número limitado de navios passará diariamente por Ormuz e fala em taxa conjunta com Omã O piloto foi localizado e resgatado poucas horas depois por uma operação conduzida por forças especiais dos Estados Unidos. Já o segundo fugiu do local de pouso e se escondeu por mais de um dia até ser encontrado pelas equipes de resgate. Durante a missão para resgatar os militares, os EUA perderam uma segunda aeronave, um A-10. O piloto conseguiu se ejetar em segurança antes que o avião caísse e não sofreu ferimentos graves. As causas exatas do incidente continuam sob investigação. Autoridades dos EUA ainda tentam determinar como o Irã conseguiu atingir o caça e qual foi o papel desempenhado pelos drones nos momentos que antecederam o ataque.
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