Quem são os membros da comitiva de Lula e Trump no encontro que acontece na Casa Branca
Veja vídeo da chegada de Lula na Casa Branca O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca nesta quinta-feira (7). De acordo com o Planalto, cinco ministros estão na comitiva brasileira. Lula chegou ao local por volta de 12h20 (horário de Brasília) e foi recebido pelo líder norte-americano (veja no vídeo acima). Os dois se reuniram no Salão Oval para uma breve conversa acompanhado das equipes, antes do momento em que haverá participação da imprensa. AO VIVO: Acompanhe a visita de Lula a Trump na Casa Branca Cinco ministros participam da reunião do lado brasileiro: Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores Dario Durigan, ministro da Fazenda Márcio Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública A comitiva também inclui o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. LEIA TAMBÉM: Ricardo Magro, empresário brasileiro do caso Refit, deve ser tema de conversa de Lula com Trump Do lado norte-americano, vários representantes da alta cúpula do governo também estão presentes. A lista inclui: J.D. Vance, vice-presidente Susie Wiles, chefe de Gabinete Scott Bessent, secretário do Tesouro Jamieson Greer, representante de Comércio Howard Lutnick, secretário do Comércio O grupo que está nos EUA foi montado com foco em temas sensíveis da agenda bilateral, omo comércio, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação americana sobre o PIX, regulação das big techs e o cenário eleitoral brasileiro. LEIA TAMBÉM: Lula pediu mudança em protocolo de encontro com Trump para reunião fechada ser antes de atendimento à imprensa Lula chega à Casa Branca para encontro com Trump Reprodução Lula pediu para inverter ordem da agenda com Trump Mudança de planos Em um primeiro momento, a programação preliminar enviada ao governo brasileiro previa uma rápida passagem pelo Salão Oval para uma declaração à imprensa. Em seguida, Lula e Donald Trump teriam uma reunião reservada. No entanto, a pedido do presidente brasileiro, a ordem foi invertida. Os dois estão conversando reservadamente, antes da entrada da imprensa no salão. Este não é o protocolo tradicional das visitas de trabalho na Casa Branca, mas o pedido de Lula foi atendido. Em seguida, está previsto um almoço. Ao retornar para a embaixada, onde Lula está hospedado, o presidente brasileiro deve dar uma coletiva de imprensa. Reunião de trabalho Esta é a segunda vez que os dois se encontram para tratar de temas de interesse entre os dois países. A agenda será uma reunião de trabalho, e não tem status de visita de Estado formal. A primeira ocorreu em outubro do ano passado na Malásia, na esteira da imposição de tarifas de 50% sobre a exportação de produtos brasileiros para os EUA e de sanções a autoridades brasileiras em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desde então, Lula e Trump têm conversado por meio de telefonemas e também feito declarações públicas sobre a relação entre os dois países. O telefonema mais recente foi na última sexta-feira (1º). Lula recebeu uma ligação de Trump e a conversa durou cerca de 40 minutos, de acordo com fontes do governo brasileiro. Durante a ligação, Lula se colocou à disposição para viajar aos Estados Unidos e realizar o encontro presencial. Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA A reunião é vista por fontes da diplomacia brasileira como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após um período de incertezas e tarifas de importação. Também fazem parte da delegação integrantes das equipes econômica e diplomática, além de auxiliares diretos do Palácio do Planalto, que devem acompanhar as discussões e prestar suporte técnico durante as reuniões. O encontro entre Lula e Trump ocorre sem o status de visita de Estado, sendo classificado como uma reunião de trabalho. A viagem a Washington vinha sendo articulada desde março, mas acabou adiada em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e com o envolvimento dos Estados Unidos no conflito.

Veja vídeo da chegada de Lula na Casa Branca O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca nesta quinta-feira (7). De acordo com o Planalto, cinco ministros estão na comitiva brasileira. Lula chegou ao local por volta de 12h20 (horário de Brasília) e foi recebido pelo líder norte-americano (veja no vídeo acima). Os dois se reuniram no Salão Oval para uma breve conversa acompanhado das equipes, antes do momento em que haverá participação da imprensa. AO VIVO: Acompanhe a visita de Lula a Trump na Casa Branca Cinco ministros participam da reunião do lado brasileiro: Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores Dario Durigan, ministro da Fazenda Márcio Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública A comitiva também inclui o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. LEIA TAMBÉM: Ricardo Magro, empresário brasileiro do caso Refit, deve ser tema de conversa de Lula com Trump Do lado norte-americano, vários representantes da alta cúpula do governo também estão presentes. A lista inclui: J.D. Vance, vice-presidente Susie Wiles, chefe de Gabinete Scott Bessent, secretário do Tesouro Jamieson Greer, representante de Comércio Howard Lutnick, secretário do Comércio O grupo que está nos EUA foi montado com foco em temas sensíveis da agenda bilateral, omo comércio, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação americana sobre o PIX, regulação das big techs e o cenário eleitoral brasileiro. LEIA TAMBÉM: Lula pediu mudança em protocolo de encontro com Trump para reunião fechada ser antes de atendimento à imprensa Lula chega à Casa Branca para encontro com Trump Reprodução Lula pediu para inverter ordem da agenda com Trump Mudança de planos Em um primeiro momento, a programação preliminar enviada ao governo brasileiro previa uma rápida passagem pelo Salão Oval para uma declaração à imprensa. Em seguida, Lula e Donald Trump teriam uma reunião reservada. No entanto, a pedido do presidente brasileiro, a ordem foi invertida. Os dois estão conversando reservadamente, antes da entrada da imprensa no salão. Este não é o protocolo tradicional das visitas de trabalho na Casa Branca, mas o pedido de Lula foi atendido. Em seguida, está previsto um almoço. Ao retornar para a embaixada, onde Lula está hospedado, o presidente brasileiro deve dar uma coletiva de imprensa. Reunião de trabalho Esta é a segunda vez que os dois se encontram para tratar de temas de interesse entre os dois países. A agenda será uma reunião de trabalho, e não tem status de visita de Estado formal. A primeira ocorreu em outubro do ano passado na Malásia, na esteira da imposição de tarifas de 50% sobre a exportação de produtos brasileiros para os EUA e de sanções a autoridades brasileiras em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Desde então, Lula e Trump têm conversado por meio de telefonemas e também feito declarações públicas sobre a relação entre os dois países. O telefonema mais recente foi na última sexta-feira (1º). Lula recebeu uma ligação de Trump e a conversa durou cerca de 40 minutos, de acordo com fontes do governo brasileiro. Durante a ligação, Lula se colocou à disposição para viajar aos Estados Unidos e realizar o encontro presencial. Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA A reunião é vista por fontes da diplomacia brasileira como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após um período de incertezas e tarifas de importação. Também fazem parte da delegação integrantes das equipes econômica e diplomática, além de auxiliares diretos do Palácio do Planalto, que devem acompanhar as discussões e prestar suporte técnico durante as reuniões. O encontro entre Lula e Trump ocorre sem o status de visita de Estado, sendo classificado como uma reunião de trabalho. A viagem a Washington vinha sendo articulada desde março, mas acabou adiada em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e com o envolvimento dos Estados Unidos no conflito.
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