Rope jump: menor se feriu ao saltar com grupo envolvido em morte de jovem

Menino acompanhava o pai, que atuava como freelancer na equipe, quando episódio aconteceu. Informação consta em relatório da Polícia Civil

Jul 3, 2026 - 03:00
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Rope jump: menor se feriu ao saltar com grupo envolvido em morte de jovem

Um adolescente ficou ferido após realizar um salto de rope jump com a equipe envolvida na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, em Limeira, interior de São Paulo, segundo depoimento do pai à polícia. A informação consta no relatório final do inquérito que investiga a participação de Evelyne dos Santos Gonçalves, CEO do grupo, e de outros dois presos em 20 de junho, na tragédia.

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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Jovem que morreu em salto de rope jump
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Jovem que morreu em salto de rope jump Instagram/Reprodução

Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Reprodução/Redes sociais

Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Reprodução/Redes sociais

Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Reprodução/Redes sociais

Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
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Maria Eduarda caiu de uma altura de aproximadamente 40 metros e sofreu politraumatismo. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Reprodução/Redes sociais

O menor estava acompanhado do pai, que prestava serviços como freelancer à equipe. Conforme o depoimento, após encerrarem o atendimento ao público, os integrantes do grupo estariam realizando saltos para gravação de mídias, quando o menino, apesar de já ter saltado outras vezes naquele dia, insistiu para realizar um novo salto.

O genitor afirmou ter conferido o equipamento do filho, incluindo a colocação das cordas, e permanecido próximo à área de lançamento. Após o salto, o menor teria realizado movimentos pendulares, sendo liberado da corda de forma antecipada por um dos integrantes da equipe, antes da completa estabilização. Por conta disso, veio a raspar o corpo no chão, sofrendo escoriações no joelho, conforme informou o pai à polícia. Segundo o registro, não houve impacto grave na cabeça, embora o jovem tenha relatado leve batida.

De acordo com o inquérito policial, o homem teve contato com a atividade por intermédio de Luis Felipe Feliciano Egoroff, um dos presos pela morte de Maria Eduarda, a quem conheceu em serviços de segurança informais realizados aos finais de semana. Após cerca de um a dois anos de convivência, teria recebido convite para participar de um salto.

Posteriormente, foi convidado a prestar serviços como freelancer, desempenhando função de apoio operacional. Segundo informou à polícia, o homem participou de quatro a cinco eventos com o grupo, todos na Ponte do Esqueleto, entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, mesmo local de onde Maria Eduarda foi arremessada sem as cordas de proteção.

Depois do ocorrido com o filho, no entanto, ele manifestou insatisfação imediata com a conduta adotada. Por causa disso, decidiu cessar sua participação nas atividades da equipe.

À polícia, ele alegou que não recebeu qualquer orientação para ocultar os fatos ou apagar registros e declarou ter optado voluntariamente por não divulgar o ocorrido.

Indiciamento

Evelyne dos Santos Gonçalves, presa sete dias após a morte da jovem Maria Eduarda foi indiciada pela Polícia Civil por homicídio qualificado e fraude processual.

A mulher se apresentava como CEO do grupo “Entre Cordas”, responsável pelo evento de rope jump. Ela é acusada de obstrução de elementos considerados relevantes para o trabalho da polícia. A delegada responsável pelo caso, Andréa Levy, destacou haver “elementos que demonstram que Evelyne integrava o núcleo organizacional responsável pela realização da atividade, participando da definição de aspectos logísticos do evento, administração dos participantes, divulgação da atividade e manutenção da estrutura operacional necessária para sua execução”.

O indiciamento de Evelyne se dá no âmbito da nova investigação aberta para entender a conduta dela e de outros dois presos no caso, João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins. Os homens não foram indiciados, e a polícia pediu a revogação da prisão deles. Já Evelyne teve o pedido de conversão da prisão temporária para preventiva encaminhado à Justiça.

O inquérito foi enviado ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) nesta quarta-feira (1º/7). O Metrópoles entrou em contato com a defesa de Evelyne dos Santos Gonçalves, mas não obteve resposta até o momento de publicação desta reportagem. O espaço permanece aberto em caso de eventual manifestação.

Conforme publicado pelo Metrópoles, Evelyne dos Santos detalhou, em depoimento à polícia, o dia da tragédia. Ela contou não ter visto o momento do salto, mas ouviu o barulho da queda e percebeu a reação de espanto do público e dos instrutores. Veja:



 

 

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