Rússia e China condenam acusação criminal dos EUA contra Raúl Castro
Raúl Castro é acusado criminalmente nos EUA de homicídios, destruição e conspiração Os governos de China e Rússia criticaram nesta quinta-feira (21) as acusações criminais dos EUA contra o ex-presidente de Cuba Raúl Castro. O líber cubano de 94 anos foi acusado na quarta (20) pelo assassinato de quatro pessoas, conspiração para matar cidadãos americanos e destruição de aeronaves. A acusação tem relação com a derrubada de aviões civis em 1996, quando Raúl era ministro da Defesa. Nesta quinta, o governo russo afirmou que não aprova a pressão que os Estados Unidos estão exercendo sobre Cuba e disse que a violência não deve ser usada contra chefes de Estado em nenhuma circunstância. “Acreditamos que a pressão que está sendo exercida sobre Cuba não pode ser tolerada. Acreditamos que, sob nenhuma circunstância, tais métodos — métodos de violência — devem ser usados contra ex-chefes de Estado ou chefes de Estado em exercício”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, segundo a agência RIA Novosti. China denuncia 'abuso dos meios judiciais' Mais cedo nesta quinta (21), a China denunciou o que chamou de "abuso dos meios judiciais", em referência às acusações criminais dos EUA contra Raúl Castro. "A China sempre se opôs firmemente às sanções unilaterais ilegais, que carecem de fundamento no direito internacional e (...) se opõe ao abuso dos meios judiciais. Se opõe às pressões exercidas por forças externas contra Cuba, sob qualquer pretexto", declarou à imprensa o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun. O porta-voz acrescentou que a China "apoia firmemente Cuba na defesa de sua soberania e dignidade nacionais e se opõe à interferência externa". *Com informações da Reuters e da AFP. Trump e Raul Castro Reuters

Raúl Castro é acusado criminalmente nos EUA de homicídios, destruição e conspiração Os governos de China e Rússia criticaram nesta quinta-feira (21) as acusações criminais dos EUA contra o ex-presidente de Cuba Raúl Castro. O líber cubano de 94 anos foi acusado na quarta (20) pelo assassinato de quatro pessoas, conspiração para matar cidadãos americanos e destruição de aeronaves. A acusação tem relação com a derrubada de aviões civis em 1996, quando Raúl era ministro da Defesa. Nesta quinta, o governo russo afirmou que não aprova a pressão que os Estados Unidos estão exercendo sobre Cuba e disse que a violência não deve ser usada contra chefes de Estado em nenhuma circunstância. “Acreditamos que a pressão que está sendo exercida sobre Cuba não pode ser tolerada. Acreditamos que, sob nenhuma circunstância, tais métodos — métodos de violência — devem ser usados contra ex-chefes de Estado ou chefes de Estado em exercício”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, segundo a agência RIA Novosti. China denuncia 'abuso dos meios judiciais' Mais cedo nesta quinta (21), a China denunciou o que chamou de "abuso dos meios judiciais", em referência às acusações criminais dos EUA contra Raúl Castro. "A China sempre se opôs firmemente às sanções unilaterais ilegais, que carecem de fundamento no direito internacional e (...) se opõe ao abuso dos meios judiciais. Se opõe às pressões exercidas por forças externas contra Cuba, sob qualquer pretexto", declarou à imprensa o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Guo Jiakun. O porta-voz acrescentou que a China "apoia firmemente Cuba na defesa de sua soberania e dignidade nacionais e se opõe à interferência externa". *Com informações da Reuters e da AFP. Trump e Raul Castro Reuters
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