Senadora republicana diz que ICE vai diminuir ação em seu estado, em sinal de que violência pegou mal até no partido de Trump
Manifestantes carregam cartazes condenando o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) perto do local onde um homem identificado como Alex Pretti foi morto a tiros por agentes federais que tentavam detê-lo, em Minneapolis, Minnesota, EUA, em 24 de janeiro de 2026. REUTERS/Tim Evans O Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) encerrou suas operações reforçadas no estado do Maine, informou nesta quinta-feira (29) a senadora republicana Susan Collins, após uma conversa com a chefe do Departamento de Segurança Interna. “Posso informar que a secretária (Kristi) Noem me comunicou que o ICE encerrou suas atividades reforçadas no estado do Maine. No momento, não há operações de grande escala do ICE em andamento ou planejadas aqui”, escreveu Collins em uma publicação na rede X, acrescentando que o ICE e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) continuarão com as operações normais. Collins, que faz parte de uma ala mais moderada do partido republicano, também escreveu: "Tenho insistido com a Secretária Noem e outros membros do governo para que o ICE reconsidere sua abordagem em relação à fiscalização da imigração no estado. " A fala, imediatamente criticada por apoiadores de Trump no X, indica resistência interna entre alguns republicanos à política anti-imigração agressiva do presidente. Nos últimos dias, o trabalho dos agentes de imigração tem sido questionado em todo o território americano. Principalmente depois da morte do segundo cidadão americano em Minneapolis. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Enfermeiro de UTI e cidadão americano: quem era Alex Pretti, morto a tiros por agente de imigração dos EUA No início de janeiro, a poetisa e mãe de três crianças Renee Nicole Good, 37, foi morta a tiros por um agente do ICE. No último sábado (24), o enfermeiro Alex Jeffrey Pretti, também de 37 anos, foi morto por um agente de imigração do DHS. Ambos estavam em protestos contra a política migratória do presidente Donald Trump. Desde esta segunda morte, os protestos contra a política migratória na segunda gestão de Trump ganharam mais corpo. Americanos, inclusive, republicanos como o presidente americano, têm se posicionado a favor da redução do que muitos acreditam ser truculência.

Manifestantes carregam cartazes condenando o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) perto do local onde um homem identificado como Alex Pretti foi morto a tiros por agentes federais que tentavam detê-lo, em Minneapolis, Minnesota, EUA, em 24 de janeiro de 2026. REUTERS/Tim Evans O Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) encerrou suas operações reforçadas no estado do Maine, informou nesta quinta-feira (29) a senadora republicana Susan Collins, após uma conversa com a chefe do Departamento de Segurança Interna. “Posso informar que a secretária (Kristi) Noem me comunicou que o ICE encerrou suas atividades reforçadas no estado do Maine. No momento, não há operações de grande escala do ICE em andamento ou planejadas aqui”, escreveu Collins em uma publicação na rede X, acrescentando que o ICE e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) continuarão com as operações normais. Collins, que faz parte de uma ala mais moderada do partido republicano, também escreveu: "Tenho insistido com a Secretária Noem e outros membros do governo para que o ICE reconsidere sua abordagem em relação à fiscalização da imigração no estado. " A fala, imediatamente criticada por apoiadores de Trump no X, indica resistência interna entre alguns republicanos à política anti-imigração agressiva do presidente. Nos últimos dias, o trabalho dos agentes de imigração tem sido questionado em todo o território americano. Principalmente depois da morte do segundo cidadão americano em Minneapolis. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Enfermeiro de UTI e cidadão americano: quem era Alex Pretti, morto a tiros por agente de imigração dos EUA No início de janeiro, a poetisa e mãe de três crianças Renee Nicole Good, 37, foi morta a tiros por um agente do ICE. No último sábado (24), o enfermeiro Alex Jeffrey Pretti, também de 37 anos, foi morto por um agente de imigração do DHS. Ambos estavam em protestos contra a política migratória do presidente Donald Trump. Desde esta segunda morte, os protestos contra a política migratória na segunda gestão de Trump ganharam mais corpo. Americanos, inclusive, republicanos como o presidente americano, têm se posicionado a favor da redução do que muitos acreditam ser truculência.
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