Trump diz que tropas seguirão no Oriente Médio até que 'verdadeiro acordo' seja alcançado
Vídeos mostram bombardeios de Israel em Beirute e Tiro, no Líbano, em meio a cessar-fogo Nas primeiras horas desta quinta-feira (9), Donald Trump fez uma publicação dizendo que as tropas americanas seguirão no Irã e arredores até que um "verdade acordo" seja negociado. Caso o acordo não aconteça, Trump afirmou que novos ataques vão ocorrer "maior, melhor e mais forte do que qualquer um jamais viu". Ele reforçou que o acordo só será concluído se o Irã não puder ter armamentos nucleares e o Estreito de Ormuz permanecer aberto e seguro. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra "Enquanto isso, nossas grandes Forças Armadas estão se reabastecendo e descansando, ansiosas, na verdade, por sua próxima conquista", disse em uma publicação no Truth Social. O presidente voltou a repetir que o "inimigo já substancialmente enfraquecido". Minutos antes, ele acusou o jornal The New York Times e a CNN de divulgar um "falso" plano de 10 pontos para o fim da guerra. Entenda os 3 principais pontos de divergência para um cessar-fogo entre EUA e Irã A continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã continua incerta nesta quinta-feira. A trégua anunciada há dois dias tem se mostrado frágil e cheia de incertezas, com registro de violações e o fechamento do Estreito de Ormuz. O cessar-fogo previa que, durante duas semanas, EUA e Israel pausem os ataques ao território iraniano. Em contrapartida, o Irã se comprometeria a reabrir o Estreito de Ormuz, mas a abertura da via marítima durou apenas algumas horas. Na manhã de quarta (8), foram registrados ataques de ambos os lados do conflito. O Irã afirma que ilhas iranianas foram atacadas e denuncia os ataques de Israel ao Líbano. Simultaneamente, países do Golfo (como Arábia Saudita e Kuwait) denunciaram ataques de mísseis e drones iranianos ocorridos já durante a vigência da trégua.

Vídeos mostram bombardeios de Israel em Beirute e Tiro, no Líbano, em meio a cessar-fogo Nas primeiras horas desta quinta-feira (9), Donald Trump fez uma publicação dizendo que as tropas americanas seguirão no Irã e arredores até que um "verdade acordo" seja negociado. Caso o acordo não aconteça, Trump afirmou que novos ataques vão ocorrer "maior, melhor e mais forte do que qualquer um jamais viu". Ele reforçou que o acordo só será concluído se o Irã não puder ter armamentos nucleares e o Estreito de Ormuz permanecer aberto e seguro. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp AO VIVO: Acompanhe as últimas notícias da guerra "Enquanto isso, nossas grandes Forças Armadas estão se reabastecendo e descansando, ansiosas, na verdade, por sua próxima conquista", disse em uma publicação no Truth Social. O presidente voltou a repetir que o "inimigo já substancialmente enfraquecido". Minutos antes, ele acusou o jornal The New York Times e a CNN de divulgar um "falso" plano de 10 pontos para o fim da guerra. Entenda os 3 principais pontos de divergência para um cessar-fogo entre EUA e Irã A continuidade do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã continua incerta nesta quinta-feira. A trégua anunciada há dois dias tem se mostrado frágil e cheia de incertezas, com registro de violações e o fechamento do Estreito de Ormuz. O cessar-fogo previa que, durante duas semanas, EUA e Israel pausem os ataques ao território iraniano. Em contrapartida, o Irã se comprometeria a reabrir o Estreito de Ormuz, mas a abertura da via marítima durou apenas algumas horas. Na manhã de quarta (8), foram registrados ataques de ambos os lados do conflito. O Irã afirma que ilhas iranianas foram atacadas e denuncia os ataques de Israel ao Líbano. Simultaneamente, países do Golfo (como Arábia Saudita e Kuwait) denunciaram ataques de mísseis e drones iranianos ocorridos já durante a vigência da trégua.
What's Your Reaction?