União Europeia e Uefa criticam Fifa por revogar cartão vermelho de jogador dos EUA
A União Europeia e a Uefa, a União das Associações Europeias de Futebol, criticaram a Fifa nesta segunda-feira (6) por revogar o cartão vermelho dada ao jogador dos Estados Unidos Folarin Balogun durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo. O comissário europeu para assuntos de esporte, Glenn Micallef, afirmou que as decisões sobre o esporte "pertencem às entidades esportivas, não aos políticos" depois de relatos de uma suposta intervenção do presidente dos EUA, Donald Trump: "Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte. Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança que o esporte enfrenta, incluindo a instrumentalização do esporte para fins políticos". Já a Uefa, em comunicado divulgado à imprensa, declarou que, com a decisão, a Fifa havia "cruzado uma linha vermelha" e prejudicado a integridade do esporte: "Manifestamos nossa incredulidade diante de uma decisão tão inédita, incompreensível e injustificável. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida por seus responsáveis, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é prejudicada". Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da Fifa, Gianni Infantino, posam para foto com o troféu da Copa do Mundo no Salão Oval, na Casa Branca. Foto de agosto de 2025. Divulgação/Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato diretamente com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para "entender melhor o motivo" do cartão vermelho aplicado ao atacante americano Folarin Balogun durante o jogo contra a Bósnia e Herzegovina, na última quarta (1). Segundo uma autoridade dos EUA, Trump conversou com Infantino sobre a razão da suspensão aplicada contra o jogador, que ficaria fora do jogo contra a Bélgica. A partida, válida pelas oitavas de final, acontece na segunda (5), às 21h (horário de Brasília). Para TV Globo, a autoridade norte-americana afirmou que o governo dos EUA "forneceu evidências adicionais que foram utilizadas no processo de apelação". A autoridade também ressaltou que o processo de apelação é conduzido por um conselho independente.

A União Europeia e a Uefa, a União das Associações Europeias de Futebol, criticaram a Fifa nesta segunda-feira (6) por revogar o cartão vermelho dada ao jogador dos Estados Unidos Folarin Balogun durante a última partida da seleção norte-americana na Copa do Mundo. O comissário europeu para assuntos de esporte, Glenn Micallef, afirmou que as decisões sobre o esporte "pertencem às entidades esportivas, não aos políticos" depois de relatos de uma suposta intervenção do presidente dos EUA, Donald Trump: "Influenciar decisões esportivas prejudicaria a autonomia do esporte. Nosso foco deveria estar nos verdadeiros desafios de governança que o esporte enfrenta, incluindo a instrumentalização do esporte para fins políticos". Já a Uefa, em comunicado divulgado à imprensa, declarou que, com a decisão, a Fifa havia "cruzado uma linha vermelha" e prejudicado a integridade do esporte: "Manifestamos nossa incredulidade diante de uma decisão tão inédita, incompreensível e injustificável. Quando a certeza das regras deixa de ser garantida por seus responsáveis, a integridade do jogo fica em risco e a credibilidade da competição é prejudicada". Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da Fifa, Gianni Infantino, posam para foto com o troféu da Copa do Mundo no Salão Oval, na Casa Branca. Foto de agosto de 2025. Divulgação/Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato diretamente com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para "entender melhor o motivo" do cartão vermelho aplicado ao atacante americano Folarin Balogun durante o jogo contra a Bósnia e Herzegovina, na última quarta (1). Segundo uma autoridade dos EUA, Trump conversou com Infantino sobre a razão da suspensão aplicada contra o jogador, que ficaria fora do jogo contra a Bélgica. A partida, válida pelas oitavas de final, acontece na segunda (5), às 21h (horário de Brasília). Para TV Globo, a autoridade norte-americana afirmou que o governo dos EUA "forneceu evidências adicionais que foram utilizadas no processo de apelação". A autoridade também ressaltou que o processo de apelação é conduzido por um conselho independente.
What's Your Reaction?