Venezuela busca vítimas soterradas de terremoto; VÍDEO mostra comemoração com resgates
Venezuelanos comemoram resgates após terremoto A busca por vítimas dos terremotos que devastaram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24) continua nesta quinta-feira (25) e, segundo informações, mais de 500 equipes de emergência estão trabalhando para tirar sobreviventes dos escombros. AO VIVO: Veja as últimas atualizações do terremoto ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Imagens da imprensa e das redes sociais mostram a comemoração dos venezuelanos a cada sobrevivente encontrado com vida após os tremores (veja no vídeo acima), considerado o pior do país em 100 anos. Até a manhã desta quinta, 32 mortes haviam sido confirmadas, mas o serviço geológico dos Estados Unidos estima que o número de mortos possa ficar entre 10 mil e 100 mil. Equipes de resgate trabalham em local de desabamento para buscar sobreviventes REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria Dezenas de chefes de estado e de governo se solidarizaram e se colocaram à disposição para enviar tanto ajuda humanitária, como produtos médicos, quanto equipes de resgates. Além do Brasil, a lista inclui vários países que já sofreram terremotos devastadores, como os Estados Unidos, a Turquia, o México e Portugal. Segundo a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que agradeceu à comunidade internacional pelo apoio recebido, os primeiros socorristas estrangeiros devem chegar nas próximas horas. O governo venezuelano cancelou aulas e suspendeu serviços não essenciais. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou solidariedade e disse ter mandado todas as agências do governo americano ajudarem. A China, que era a principal compradora do petróleo venezuelano antes da captura e prisão de Nicolás Maduro por militares americanos, afirmou que vai fazer o que for possível para ajudar. Terremoto na Venezuela: países oferecem ajuda humanitária O que se sabe sobre o terremoto devastador na Venezuela Dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24) e provocaram pelo menos 20 réplicas nas horas seguintes, segundo o governo venezuelano. Os tremores foram sentidos em cidades do Norte do Brasil. Prédios e casas desabaram em Caracas e outras cidades do país. Até a última atualização desta reportagem, o governo não havia divulgado um balanço nacional de mortos e feridos. No entanto, autoridades venezuelanas confirmaram a existência de vítimas. Os dois abalos ocorreram com menos de um minuto de diferença. O epicentro do terremoto principal foi localizado próximo à cidade de El Guayabo, a cerca de 160 quilômetros de Caracas. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência após os terremotos. Em pronunciamento na televisão estatal, ela afirmou que equipes de resgate, segurança e assistência civil foram mobilizadas para atender as áreas afetadas. Rodríguez também anunciou a suspensão de aulas e todos os serviços não essenciais para que as autoridades que se concentrem no resgate das pessoas que estão sob os escombros. Redes de gás e eletricidade foram desligadas para evitar uma tragédia maior.

Venezuelanos comemoram resgates após terremoto A busca por vítimas dos terremotos que devastaram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24) continua nesta quinta-feira (25) e, segundo informações, mais de 500 equipes de emergência estão trabalhando para tirar sobreviventes dos escombros. AO VIVO: Veja as últimas atualizações do terremoto ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Imagens da imprensa e das redes sociais mostram a comemoração dos venezuelanos a cada sobrevivente encontrado com vida após os tremores (veja no vídeo acima), considerado o pior do país em 100 anos. Até a manhã desta quinta, 32 mortes haviam sido confirmadas, mas o serviço geológico dos Estados Unidos estima que o número de mortos possa ficar entre 10 mil e 100 mil. Equipes de resgate trabalham em local de desabamento para buscar sobreviventes REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria Dezenas de chefes de estado e de governo se solidarizaram e se colocaram à disposição para enviar tanto ajuda humanitária, como produtos médicos, quanto equipes de resgates. Além do Brasil, a lista inclui vários países que já sofreram terremotos devastadores, como os Estados Unidos, a Turquia, o México e Portugal. Segundo a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que agradeceu à comunidade internacional pelo apoio recebido, os primeiros socorristas estrangeiros devem chegar nas próximas horas. O governo venezuelano cancelou aulas e suspendeu serviços não essenciais. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou solidariedade e disse ter mandado todas as agências do governo americano ajudarem. A China, que era a principal compradora do petróleo venezuelano antes da captura e prisão de Nicolás Maduro por militares americanos, afirmou que vai fazer o que for possível para ajudar. Terremoto na Venezuela: países oferecem ajuda humanitária O que se sabe sobre o terremoto devastador na Venezuela Dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram a Venezuela na noite de quarta-feira (24) e provocaram pelo menos 20 réplicas nas horas seguintes, segundo o governo venezuelano. Os tremores foram sentidos em cidades do Norte do Brasil. Prédios e casas desabaram em Caracas e outras cidades do país. Até a última atualização desta reportagem, o governo não havia divulgado um balanço nacional de mortos e feridos. No entanto, autoridades venezuelanas confirmaram a existência de vítimas. Os dois abalos ocorreram com menos de um minuto de diferença. O epicentro do terremoto principal foi localizado próximo à cidade de El Guayabo, a cerca de 160 quilômetros de Caracas. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência após os terremotos. Em pronunciamento na televisão estatal, ela afirmou que equipes de resgate, segurança e assistência civil foram mobilizadas para atender as áreas afetadas. Rodríguez também anunciou a suspensão de aulas e todos os serviços não essenciais para que as autoridades que se concentrem no resgate das pessoas que estão sob os escombros. Redes de gás e eletricidade foram desligadas para evitar uma tragédia maior.
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