'Adeus, Bovino': Manifestantes se reúnem em Minneapolis para celebrar saída de chefe de operação anti-imigração na cidade
Gregory Bovino com seus agentes do ICE em Minneapolis AP foto/Tom Baker Moradores de Minneapolis se reuniram nesta quarta-feira (28) em um protesto para celebrar a destituição do chefe da operação anti-imigação na cidade, Gregory Bovino. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A destituição de Bovino ocorre após o assassinato, no sábado, de Alex Pretti, de 37 anos, cidadão americano e enfermeiro de UTI, durante uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) na cidade. A destituição de Bovino havia sido comunicada no início da semana. Segundo fontes ouvidas pelo jornal "The New York Times", ele seria realocado dentro do ICE. A decisão foi tomada após a morte do enfermeiro Alex Pretti, de 37 anos, baleado por um agente federal de imigração durante uma ação em Minneapolis. O episódio ocorreu duas semanas depois da morte de uma outra cidadão americana, também durante uma operação na região. Bovino ascendeu a cargos de comando no governo de Donald Trump, em meio à pressão por uma aplicação mais rígida da política de deportações. Ele passou por cidades como Los Angeles e Chicago antes de assumir a coordenação das operações em Minneapolis, onde ganhou maior visibilidade. Acusações sem fundamento Após a morte de Pretti, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que o homem representava uma ameaça aos agentes. Bovino endossou essa versão e afirmou, sem apresentar provas, que o enfermeiro planejava um “massacre” contra policiais. Segundo o "NYT", a decisão de realocar Bovino foi tomada depois dessas declarações. Autoridades federais disseram que Pretti estava armado durante a abordagem e que teria sacado a arma. Por este motivo, segundo o governo, um dos agentes atirou contra ele. A versão, no entanto, é contestada. O jornal The New York Times analisou os vídeos da abordagem. Pelas imagens, não há qualquer sinal de que ele tenha sacado a arma. O direito de andar armado é protegido nos EUA pela Segunda Emenda da Constituição, frequentemente invocada por republicanos e conservadores, aliados de Trump.

Gregory Bovino com seus agentes do ICE em Minneapolis AP foto/Tom Baker Moradores de Minneapolis se reuniram nesta quarta-feira (28) em um protesto para celebrar a destituição do chefe da operação anti-imigação na cidade, Gregory Bovino. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp A destituição de Bovino ocorre após o assassinato, no sábado, de Alex Pretti, de 37 anos, cidadão americano e enfermeiro de UTI, durante uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) na cidade. A destituição de Bovino havia sido comunicada no início da semana. Segundo fontes ouvidas pelo jornal "The New York Times", ele seria realocado dentro do ICE. A decisão foi tomada após a morte do enfermeiro Alex Pretti, de 37 anos, baleado por um agente federal de imigração durante uma ação em Minneapolis. O episódio ocorreu duas semanas depois da morte de uma outra cidadão americana, também durante uma operação na região. Bovino ascendeu a cargos de comando no governo de Donald Trump, em meio à pressão por uma aplicação mais rígida da política de deportações. Ele passou por cidades como Los Angeles e Chicago antes de assumir a coordenação das operações em Minneapolis, onde ganhou maior visibilidade. Acusações sem fundamento Após a morte de Pretti, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que o homem representava uma ameaça aos agentes. Bovino endossou essa versão e afirmou, sem apresentar provas, que o enfermeiro planejava um “massacre” contra policiais. Segundo o "NYT", a decisão de realocar Bovino foi tomada depois dessas declarações. Autoridades federais disseram que Pretti estava armado durante a abordagem e que teria sacado a arma. Por este motivo, segundo o governo, um dos agentes atirou contra ele. A versão, no entanto, é contestada. O jornal The New York Times analisou os vídeos da abordagem. Pelas imagens, não há qualquer sinal de que ele tenha sacado a arma. O direito de andar armado é protegido nos EUA pela Segunda Emenda da Constituição, frequentemente invocada por republicanos e conservadores, aliados de Trump.
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